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Errar a senha no caixa eletrônico pode gerar cobrança e caso recente está causando polêmica

André Rangel  Por André Rangel 
18/03/2026
Em Economia
Erro ao digitar PIN pode gerar taxas em alguns países

Erro ao digitar PIN pode gerar taxas em alguns países

Levantar dinheiro em caixas automáticos faz parte da rotina de muita gente, mas o funcionamento dessas operações ainda gera dúvidas sobre o PIN, o risco de bloqueio do cartão e, mais recentemente, a possibilidade de cobrança de uma comissão por tentativas falhadas em alguns sistemas e países, como mostrou um caso recente na Bulgária.

O que é a comissão por PIN errado no multibanco e como ela aparece no extrato

Essa é uma taxa cobrada em certas redes por cada tentativa de operação recusada devido à inserção incorreta do código. Sempre que o sistema identifica que o PIN não corresponde ao registrado no chip do cartão, a transação é negada e pode ser debitado um valor fixo, classificado como custo de autorização não concluída.

No caso de Plovdiv, por exemplo, cada erro de PIN no terminal ligado à rede EasyPay gerou uma cobrança de € 0,20 associada a uma tentativa de levantamento não concluída. Esse tipo de valor surge no extrato com descrições como comissão por autorização negada ou frases semelhantes, ligando claramente a cobrança ao uso incorreto dos dados de segurança.

A regra pouco conhecida sobre erro de PIN que pode custar caro – Créditos: depositphotos.com / sir2701

Por que alguns sistemas cobram comissão por PIN incorreto

A cobrança da comissão por PIN errado está ligada à forma como cada rede de pagamentos distribui custos de infraestrutura, segurança e processamento. Cada tentativa, mesmo negada, gera comunicação entre sistemas e registos, o que representa um custo operacional que, em certos modelos de negócio, é parcialmente repassado ao utilizador.

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No caso concreto da Bulgária, redes como a EasyPay funcionam como infraestruturas de pagamento que interligam diferentes instituições e terminais. Sempre que há uma tentativa falhada, a rede processa a autorização, regista a negativa e comunica com o emissor, podendo cobrar pequenas taxas contratualmente previstas, ainda que muitos consumidores se queixem de falta de transparência.

Como essa prática varia entre países e redes bancárias

A forma como a comissão por erro de PIN é tratada varia bastante entre mercados e tipos de redes, indo de modelos sem qualquer taxa a esquemas que cobram por cada autorização recusada. Em alguns países da Europa de Leste, redes de pagamentos não bancárias preveem de forma explícita a cobrança de pequenos valores por cada erro.

De forma geral, destacam-se três modelos principais de atuação, que ajudam a perceber em que cenário o seu cartão se encontra e que riscos financeiros estão associados a cada falha de PIN:

  • Sem comissão e com bloqueio do cartão – após alguns erros de PIN, o cartão é retido ou desativado, sem taxas extras por tentativa.
  • Comissão por tentativa negada, sem bloqueio imediato – cada erro gera uma pequena taxa, mas o cartão continua utilizável até outro limite, como no caso da Bulgária.
  • Modelo híbrido – combina comissões em certas situações e bloqueio em caso de suspeita de fraude ou número elevado de falhas.
Erro ao digitar PIN pode gerar taxas em alguns países – Créditos: depositphotos.com / albund

Que cuidados reduzem o risco de pagar por erro de PIN

Independentemente do país ou da rede, alguns cuidados simples reduzem a probabilidade de enfrentar bloqueios, comissões ou suspeitas de fraude relacionadas ao PIN. A gestão correta do código secreto é essencial para evitar custos desnecessários ligados a autorizações negadas e erros repetidos ao usar o cartão.

O episódio de Plovdiv mostra uma situação comum: a confusão entre diferentes cartões e respetivos códigos. Entre as medidas mais recomendadas estão evitar confusão entre cartões, não anotar PINs junto dos cartões, memorizar o código de forma segura e parar após algumas falhas, confirmando a informação junto do banco antes de insistir.

O que esperar do futuro dessas comissões e como agir agora

A tendência internacional aponta para meios de pagamento mais automatizados, com autenticação forte (como biometria) e maior transparência de custos, mas o PIN continua amplamente utilizado em caixas automáticos e terminais. Não espere descobrir essas comissões apenas ao ver o extrato: reveja o contrato do seu cartão, consulte o preçário e questione hoje mesmo o seu banco ou rede sobre taxas por autorizações negadas.

Enquanto reguladores e prestadores de serviços não clarificam e limitam estas práticas, a responsabilidade de proteger o seu dinheiro é sua. Monitore a conta com atenção, identifique linhas como “taxa por autorização negada”, reclame imediatamente qualquer débito duvidoso e aja agora, antes que pequenas taxas repetidas corroam silenciosamente o seu saldo.

Tags: BancoCaixa eletrônicoCartãoCobrançaCobrança bancáriacobrança indevidaerrar senha

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