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Brasileiros são alvo de vírus distribuído pelo WhatsApp

André Rangel  Por André Rangel 
22/10/2025
Em Curiosidades, Notícias
A mudança que promete mais segurança e menos golpes no celular

Novas regras do Banco Central mudam cartão de crédito - Créditos: depositphotos.com / 1stfootage

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Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.

Um novo vírus está aterrorizando usuários brasileiros através do WhatsApp Web. Este malware, conhecido como Maverick, utiliza técnicas avançadas para roubar dados de clientes de bancos e corretoras de criptomoedas. Somente em outubro, a Kaspersky, uma empresa de cibersegurança, bloqueou mais de 62 mil tentativas de infecção no Brasil.

  • O ataque começa com um arquivo .zip enviado pelo WhatsApp.
  • Esse vírus verifica se o sistema da vítima está configurado para o Brasil.
  • Após a infecção, o vírus rouba dados e controla funções do dispositivo.

Como funciona o ataque Maverick?

O ataque Maverick inicia com o envio de um arquivo .zip pelo WhatsApp, acompanhado de uma mensagem que afirma que o conteúdo deve ser visualizado no computador. Dentro do .zip, há um atalho malicioso em formato .LNK.

Se o sistema da vítima estiver configurado para o Brasil — analisando fuso horário, idioma, e formato de data e hora —, a infecção começa. O malware permanece na memória do computador, tornando sua detecção difícil. Há relatos recentes de que versões deste malware tentaram explorar novas técnicas para dificultar ainda mais a detecção por soluções de segurança tradicionais.

Qual é o impacto do Maverick após infecção?

Após a infecção, o Maverick fica inativo até que a vítima acesse um dos 26 bancos ou 6 corretoras de criptomoedas monitorados pelo vírus. Em seguida, inicia o roubo de dados e controle de algumas funções do dispositivo.

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WhatsApp – Créditos: depositphotos.com / dimarik

O vírus pode tirar prints da tela, registrar o que é digitado e enviar mensagens fraudulentas através do WhatsApp Web. Pesquisadores de segurança relataram tentativas de uso do Maverick em outros mensageiros online, embora a principal ameaça continue sendo pelo WhatsApp Web.

O que torna o Maverick mais sofisticado?

A Kaspersky identificou semelhanças entre o Maverick e o trojan Coyote, descoberto em 2004, sugerindo que o primeiro pode ser uma evolução desse antigo malware. O Maverick é sofisticado e tem a capacidade de se espalhar automaticamente pelo WhatsApp, tornando-se um worm com potencial de crescimento exponencial.

Para Anderson Leite, analista sênior de segurança da Kaspersky, a sofisticação do Maverick e sua capacidade de propagação automática o classificam como uma das infecções mais complexas já vistas.

Quais são as melhores medidas de proteção contra o Maverick?

  • Desconfie de arquivos recebidos pelo WhatsApp, mesmo de contatos conhecidos.
  • Nunca clique em arquivos de atalho (.LNK) de fontes não confiáveis.
  • Utilize uma solução de segurança robusta, como as oferecidas pela Kaspersky ou outras empresas reconhecidas, para detectar e bloquear ameaças.
  • Se receber uma mensagem suspeita, não a encaminhe e avise o contato que a enviou.
  • Mantenha o sistema operacional e aplicativos sempre atualizados para prevenir novas vulnerabilidades.

Conclusão: como se proteger do Maverick?

  • Esteja sempre atento a arquivos e mensagens suspeitas no WhatsApp.
  • Mantenha soluções de segurança atualizadas e eficazes.
  • Eduque-se e espalhe informações de segurança para evitar a propagação.
Tags: segurançavírusWhatsApp

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