O maior operador de estadias flexíveis Charlie do Brasil acaba de chegar a Belo Horizonte, expandindo sua presença para a quarta capital brasileira. Após consolidar operações em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, a empresa desembarca na capital mineira com foco em hospedagens de curta duração, oferecendo uma solução completa tanto para investidores imobiliários quanto para hóspedes. Hoje, o Charlie tem mais de 2,5 mil apartamentos em operação nas três cidades e recebe mais de 40 mil hóspedes por mês.
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A chegada a BH acompanha o avanço do mercado de curta duração no Brasil, impulsionado por mudanças no comportamento dos consumidores e pelo crescimento da demanda por hospedagens flexíveis. O modelo atende desde turistas até profissionais em viagens corporativas e pessoas que precisam permanecer por períodos temporários nas cidades, ocupando um espaço entre a locação residencial tradicional e a hotelaria. Um relatório da Airbtics aponta que, em 2025, a oferta de imóveis para locação de curta temporada cresceu 31,2% no país, enquanto a receita média por imóvel avançou 13,6%, em comparação com 2024.
Em Belo Horizonte, a operação do Charlie começa com dois parceiros, a FBR Incorporadora e a Janeiro Engenharia (uma empresa do grupo MIP), por meio de três empreendimentos – Carbon, Walk Lourdes e Walk Funcionários –, que podem somar 433 apartamentos para gestão. A expansão na cidade seguirá uma estratégia seletiva, concentrada em bairros de alto padrão, como mostra a demanda das demais capitais.
“O mercado de BH reúne características muito alinhadas ao modelo do Charlie. É uma capital com forte demanda corporativa, turismo de negócios e um mercado imobiliário em expansão. Nosso crescimento acontece de forma criteriosa, priorizando regiões onde conseguimos entregar uma experiência de excelência para o hóspede e, ao mesmo tempo, gerar mais valor para o investidor”, afirma Allan Sztokfisz, CEO e cofundador do Charlie.
O Charlie realiza a gestão integral do imóvel. Investidores e incorporadoras contam com estudo de viabilidade, projeto de interiores, reforma, divulgação nos principais canais de reserva, precificação inteligente, atendimento ao hóspede 24 horas por dia, manutenção preventiva e entrega periódica de relatórios. Corretores de imóveis contam com projeção de rentabilidade e uma operação profissional já estruturada, com um modelo em que não é preciso administrar reservas, hóspedes ou manutenção. Para os hóspedes, a experiência começa na plataforma, onde é possível visualizar todas as características do imóvel antes da reserva, e continua na estadia de alto padrão, podendo contar todo o tempo com o suporte da equipe Charlie. Para todos, o primeiro contato é feito pelo site www.staycharlie.com.br.
O mercado de curta temporada em BH
Segundo o Índice FipeZap, a rentabilidade média da locação residencial tradicional em Belo Horizonte gira em torno de 0,5% ao mês. Nas projeções conservadoras elaboradas para os empreendimentos parceiros do Charlie na cidade, esse retorno pode alcançar, em média, 0,84% mensais, aproximadamente 70% acima da locação convencional, além de reduzir a exposição do proprietário a riscos como inadimplência, contratação de seguro fiança e ações de despejo.
Um exemplo é o empreendimento Walk Funcionários. Simulações mostraram que um imóvel com valor médio de aquisição de R$ 483 mil, e estimativa de investimento de R$ 83 mil em mobiliário e equipamentos, pode gerar um retorno líquido mensal de R$ 4.770, já descontados custos de operação, condomínio, IPTU, energia elétrica e internet.
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“O investidor busca renda recorrente, previsibilidade e uma operação profissional. É isso que o Charlie entrega. Transformamos o ativo imobiliário em um investimento gerenciado de ponta a ponta, utilizando tecnologia, inteligência de precificação e hospitalidade para maximizar ocupação e rentabilidade, sem que o proprietário precise se preocupar com a administração do imóvel”, afirma Aarti Waghela, Chief Growth Officer (CGO) do Charlie.
