O custo da cesta básica em Belo Horizonte referente ao mês de agosto caiu 0,25%, aponta a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Fundação Ipead).
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O valor da cesta em agosto ficou em R$ 757,19, o que representa 46,71% do valor do salário mínimo (R$ 1.621). "É um valor alto. Principalmente porque representa o gasto médio mensal de um trabalhador adulto com alimentação, não é o gasto de uma família", avaliou Eduardo Antunes, gerente de Pesquisa da Fundação Ipead.
Dos 13 itens que compõem a cesta básica, os preços de sete recuaram em agosto. Os itens com as maiores quedas foram: batata-inglesa (-10,94%), feijão-carioquinha (-6,26%) e café moído (-2,20%). As maiores altas foram do tomate (3,95%), do açúcar cristal (1,48%) e da banana-caturra (1,43%).
Ainda que de forma discreta, trata-se do segundo mês consecutivo de queda nesse conjunto de produtos. Em julho, o preço da cesta básica na capital era de R$ 759,08, que significou uma redução de 5,21% em relação ao mês anterior, quanto seu valor era de R$ 800,76.
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Já em agosto de 2025, a cesta custava R$ 742,48, R$ 14,71 a menos, mas sua proporção em relação ao salário mínimo era de 48,91%. Ou seja, embora a cesta esteja mais cara em termos nominais, atualmente ela representa uma parcela menor do salário mínimo.
No acumulado do ano, de janeiro a agosto, o custo da cesta básica em Belo Horizonte apresentou alta de 1,94%. Já nos últimos 12 meses, o aumento foi de 1,98%.
