Com expansão do 5G, Brasil tem internet mais rápida das Américas
Pesquisa mostra que o país supera, inclusive, países da América do Norte, como Estados Unidos e Canadá, com velocidade média de 268 Mbps
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Os investimentos em tecnologia e comunicação levaram o Brasil ao topo do ranking de países com a internet mais rápida do continente americano, com base no levantamento mensal do Speedtest Global Index. A pesquisa reúne milhões de testes realizados por usuários reais e considera a velocidade das conexões móveis, incluindo redes 4G e 5G.
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A tecnologia 5G foi implementada no Brasil em 2022, ainda durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que deu início à adoção da nova geração da internet móvel no país. Durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a tecnologia foi consolidada e chegou a todos os estados brasileiros.
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De acordo com o ranking da Speedtest, o Brasil alcançou velocidade mediana de download de 268 Mbps, o melhor resultado entre os países de toda a América, à frente dos Estados Unidos, que aparecem na segunda colocação, com 189 Mbps, e do Canadá, que figura em quarto, com 89 Mbps. República Dominicana (125 Mbps) e Chile (80 Mbps) completam o top 5.
Além de ter a internet mais rápida das Américas, o Brasil também já figura entre as cinco mais rápidas do mundo, à frente, inclusive, de países tradicionalmente associados à alta qualidade de conectividade, como Japão, Coreia do Sul e China. O ranking considera a mediana das velocidades registradas em todos os territórios nacionais.
"Esse levantamento representa muito mais do que a eficiência da conexão brasileira: ele demonstra o crescimento da infraestrutura de telecomunicações e o esforço do Ministério das Comunicações para avançar a conectividade no Brasil", comemora o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.
O sucesso dos investimentos em 5G também foi resultado da participação das empresas privadas de telefonia, como Claro, Vivo e TIM, que arremataram os principais lotes do leilão realizado em 2021 para a faixa de 3,5 GHz.
Em abril de 2026, houve o leilão da faixa de 700 MHz, que priorizou a atuação de empresas regionais para levar internet a áreas rurais e de mais difícil acesso. Ao todo, foram arrecadados R$ 23 milhões em outorgas no último certame.
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