Ailton Krenak em BH: veja o que ambientalista provou em restaurante
Líder indígena esteve em Belo Horizonte para o festival CURA e aproveitou para conhecer o restaurante Gata Gorda, da chef Bruna Martins
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O ambientalista, escritor, filósofo e líder indígena Ailton Krenak esteve no Centro de Belo Horizonte ontem (28/8), para edição de 2026 do CURA – Festival de Arte Urbana. No mesmo dia, ele visitou o restaurante Gata Gorda, no Funcionários, Região Centro-Sul da capital mineira, para um almoço com Lívia Paiva, de sua equipe, e Janaína Macruz e Priscila Amoni, idealizadoras do evento.
A casa comandada pela reconhecida chef Bruna Martins apresenta uma carta focada em tapas (pequenas porções de petiscos perfeitos para compartilhar), além de opções de pratos principais. Todo o cardápio tem fortes referências espanholas, mas também flerta com outras culturas alimentares.
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No almoço de ontem, a mesa de Krenak degustou o pan tomaca (R$ 30), um clássico espanhol que consiste em fatias de pão cobertas com tomate ralado e temperado. Na casa belo-horizontina, filés de anchova finalizam o preparo.
O homus de pistache (R$ 55) – que tem relação com a ascendência árabe da chef – também foi um dos escolhidos pela mesa. Ele acompanha fatias de mortadela artesanal e pão da casa.
A combinação de rosbife, aguachile (preparo similar ao ceviche, mas com origens mexicanas), ervas e ikura (ovas de salmão), vendida a R$ 65, já se tornou um clássico do restaurante e foi degustada pelo ambientalista.
Da parte de tapas quentes, ele experimentou o prato de polvo com chorizo, batatas, molho chistorra (feito com embutido espanhol) e aioli (R$ 90).
O almoço foi encerrado com bolo de limão com geleia de frutas vermelhas (que era parte do menu executivo da semana).
Mocktails
A mesa em que estava Ailton Krenak optou por coquetéis sem álcool – os mocktails. Todos são assinados pela bartender da casa, Sá Maju, que também é responsável pela carta alcóolica.
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Uma das bebidas servidas foi o sour de frutas e uma mistura feita com mais de 30 ervas brasileiras; outra uniu romã, banana e maracujá; o chamado Siesta, clarificado de tomate com cordial artesanal de vetiver (erva da família das gramíneas), e amêndoas também compôs a seleção da mesa, ao lado do Andino, com palo santo, mate verde e cardamomo.