O carnaval de rua de Belo Horizonte, que deve atrair cerca de 6 milhões de foliões em 2026 segundo projeções da prefeitura, tem uma maratona de blocos que exige energia. Entre um desfile e outro, encontrar um lugar para fazer uma pausa, comer e recarregar as baterias é uma tarefa essencial. A cidade oferece uma vasta gama de opções para todos os gostos e bolsos, muitas delas localizadas em pontos estratégicos dos principais trajetos da folia.
Com a programação oficial rolando até o dia 22 de fevereiro, preparamos um roteiro com dicas de regiões que costumam ser uma boa pedida durante a festa. O segredo é planejar a parada de acordo com a localização do bloco que você pretende acompanhar, otimizando o tempo e garantindo o pique para curtir até o fim.
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Centro concentra blocos e opções tradicionais
A região central segue como epicentro da folia, com desfiles que ocupam a Avenida Afonso Pena, a Praça Sete e ruas do entorno. A oferta gastronômica acompanha o movimento intenso, com lanchonetes, padarias, restaurantes populares e bares clássicos.
No Edifício Maletta, o Xok Xok (Rua da Bahia, 1148 – Centro) mantém a tradição do prato feito completo, com preparo caseiro, preço acessível e atendimento ágil, combinação estratégica para quem precisa almoçar rapidamente e retornar aos blocos.
Também no Centro, o Bar da Lora é conhecido pelo PF simples e bem servido, com sabor de comida caseira. A agilidade no serviço o torna opção prática para foliões que circulam entre os blocos da região. O estabelecimento tem unidades nos endereços: Rua Santa Catarina, 201 – Loja 115 – Centro; Avenida Augusto de Lima, 885 – Centro; Rua Sergipe, 1414 – Savassi.
Na Lagoinha, área que recebe blocos históricos e registra grande circulação de público, o Bença Bençoi Bar (Rua Diamantina, 492) é referência. Além de petiscos e drinques, a casa oferece pratos feitos fartos na hora do almoço, garantindo sustância antes da maratona carnavalesca.
Savassi e Centro-Sul combinam conforto e variedade
A Savassi e o entorno da região Centro-Sul concentram blocos tradicionais e ampla rede de bares e restaurantes. Restaurantes por quilo e casas especializadas em culinária mineira dividem espaço com cervejarias artesanais e botecos contemporâneos.
No bairro Funcionários, o Tonel da Pinga (Rua Sergipe, 129 – Funcionários) aposta em pratos feitos bem servidos e cardápio que varia diariamente, sempre com foco na comida caseira. A proposta atende foliões que buscam uma refeição completa antes de seguir para os desfiles.
Ainda na região, o Barbazul (Avenida Getúlio Vargas, 216 – Funcionários) se destaca pelo conhecido “PF Pirata”, com arroz, feijão, bife, ovo e batata frita. A combinação de rapidez no atendimento e porções generosas atrai quem pretende manter o ritmo da folia.
Na Avenida do Contorno, o Algo a Mais Bar e Restaurante (Avenida do Contorno, 3575 – São Lucas) oferece opções como tropeiro, feijoada e carnes do dia, acompanhadas de arroz, feijão e salada. O funcionamento estendido facilita a rotina de quem prefere almoçar com mais tranquilidade antes de voltar às ruas.
Região Noroeste oferece alternativas para quem circula fora do eixo central
Para foliões que acompanham blocos na região do Barro Preto ou circulam entre Centro e bairros da Noroeste, o Serrotinhos (Rua Pará de Minas, 280 – Padre Eustáquio) é conhecido pelos pratos generosos. Além dos petiscos que consolidaram a fama da casa, o prato feito garante refeição reforçada em meio à programação intensa.
Este guia apresenta sugestões gerais de regiões gastronômicas. Como o funcionamento pode variar durante a folia, recomendamos confirmar os horários de funcionamento diretamente com os estabelecimentos durante o período de Carnaval.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
