Dolly Parton deixou uma música inédita guardada em uma cápsula do tempo em Dollywood, seu parque temático no Tennessee, Estados Unidos. A canção só poderá ser ouvida em 2045, quando a artista completaria 99 anos.

A cantora morreu nessa terça-feira (25/8), aos 80 anos, depois de passar por um tratamento contra o câncer. O nome de Parton é o mais buscado no Google Brasil. Segundo o Google Trends, o aumento nas pesquisas foi de mais de mil por cento nas últimas 24 horas.

Em dezembro de 2022, durante o programa “The Kelly Clarkson Show”, Parton revelou ter escrito e gravado a faixa especialmente para o que chamou de “Dream Box” (Caixa do Sonho).

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“Você não tem ideia de como isso me incomodou. Quero muito desenterrá-la. É uma música muito boa”, disse a cantora na ocasião. Segundo a revista americana People, o nome da canção é “My place in history”.

A artista também contou que incluiu na caixa um toca-fitas e um aparelho de CD para garantir a reprodução no futuro. Sua preocupação era a conservação do material. “Eu fico pensando que ela pode simplesmente se desintegrar e ninguém nunca vai ouvi-la”, afirmou.

Dolly Parton, considerada a rainha do country, morreu aos 80 anos. Ela enfrentava problemas de saúde desde a morte de seu marido, Carl Dean, em março de 2025, e passava por um tratamento contra um câncer, segundo seus assessores.

Parcerias e legado na música

Com mais de 3 mil músicas em seu catálogo, Parton se consolidou como um ícone da cultura pop, transitando por gêneros como pop, bluegrass e a era disco. A artista também era conhecida por suas colaborações com a nova geração.

Seu clássico “Jolene” ganhou versões de artistas como The White Stripes, Olivia Newton-John e Miley Cyrus. Em 2024, a faixa foi reinterpretada por Beyoncé no álbum “Act II: Cowboy Carter.

Em outros momentos, Parton se apresentou com Kelly Clarkson e Katy Perry. No álbum “Rockstar”, de 2023, gravou com P!nk, Lizzo e Miley Cyrus, sua afilhada.

A cantora foi uma das primeiras estrelas de seu gênero a apoiar abertamente a comunidade LGBTQ+, defendendo o casamento igualitário e os direitos da comunidade. “Se você é gay, você é gay. Se você é hétero, você é hétero. E você deveria ser quem você é e como você é.”

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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