Em cartaz até 4 de setembro em Belo Horizonte, a exposição "Jandyra Waters" (1921-2025) homenageia a artista  plástica que construiu uma linguagem singular na abstração geométrica brasileira. São mais de 50 obras que trazem um panorama da pesquisa visual da pintora, escultora, gravadora e poeta que nasceu em Sertãozinho (SP).

Em uma retrospectiva inédita – a mostra marca a primeira exposição individual de Jandyra Waters em BH –, a exposição na galeria Errol Flynn reúne trabalhos da artista produzidos entre 1962 a 2016.

"A exposição 'Jandyra Waters' é uma homenagem à artista que, até os 103 anos de idade, manteve ativa e vigorosa produção artística e literária, vindo a falecer em janeiro de 2025", afirmou a curadora e crítica de arte Denise Mattar, em material enviado à imprensa.

Segundo ela, a retrospectiva apresenta ao público o lirismo contido na geometria sensível de Jandyra Waters. “Ao longo de seis décadas, Jandyra construiu uma obra pictórica de alta intensidade formal e cromática, reconhecida por críticos", explica Denise. 

Com pinturas nos acervos do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu de Arte Contemporânea da USP, Pinacoteca do Estado de São Paulo e  Museu de Arte Brasileira da Faap, Denise destaca que "Jandyra é uma artista construtiva, mas nunca concreta, plena de uma inteligência visual intuitiva, mais próxima do que se convencionou chamar de geometria sensível".

Mostra "Jandyra Waters"

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Em cartaz na Errol Flynn Galeria de Arte (Rua Curitiba, 1.862, Lourdes). Até 4 de setembro. De segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 15h. Entrada gratuita 

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