Ter a força não é o bastante para ser interessante nos dias de hoje. Isso, pelo menos, é o que afirma Nicholas Galitzine, que vive a nova versão do He-Man nos cinemas.
O ator viajou para São Paulo neste fim de semana para a Virada Cultural, que virou parte do itinerário da turnê de divulgação do filme "Mestres do Universo". O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de junho e marca a retomada do personagem nas telonas, depois de uma primeira adaptação nos anos 1980 com Dolph Lundgren.
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Galitzine diz que gostou de viver o herói musculoso nas telonas porque a produção tem uma visão vulnerável do protagonista. Segundo o ator, os dramas do príncipe Adam – alter ego do He-Man – oferecem uma interpretação humana do guerreiro de Etérnia.
"Isso foi a primeira coisa com a qual me conectei ao Adam", diz Galitzine. "Personagens todo-poderosos, que são despidos do elemento humano e incapazes de falharem ou de ficarem vulneráveis, eles acabam sendo muito unidimensionais e chatos".
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Com o novo He-Man, porém, o ator viu uma possibilidade de explorar um outro lado do papel a partir da relação de Adam com o pai, rei de Etérnia. "Ele sofre para seguir em frente com a vida porque ele meio que está preso na vida, como uma criança".
