O grito do Ipiranga das empresas familiares
A maior falha das empresas familiares não é não ter sucessores. É acreditar que sucessão acontece naturalmente
Mais lidas
compartilhe
SIGA NO
Quando iniciei minha trajetória profissional na indústria, aprendi uma lição que continua atual: empresas são feitas de pessoas, mas algumas delas carregam histórias que se confundem com a própria história do negócio. De lá para cá, nunca mais deixei de circular por empresas familiares, é um universo que me fascina, porque cada uma delas carrega, ao mesmo tempo, uma trajetória de coragem e um ponto cego quase idêntico: a sucessão. Hoje, atuando junto a essas empresas e acompanhando de perto o MinasPetro Jovem (projeto que prepara a nova geração para assumir negócios construídos, muitas vezes, ao longo de 30, 40, 50 anos), vejo diariamente o desafio e a importância real desses processos.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
Leia Mais
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.
