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Como pode um clube que já teve Luizinho, um dos maiores zagueiros que vi jogar, entregar sua gloriosa camisa a Lyanco, um jogador fraco, que adora provocar companheiros de profissão, metido a “machão”? Como pode um clube da tradição do Atlético manter em seu quadro profissional um atleta que em quase todos os jogos entrega a “paçoca”, como vimos neste Campeonato Brasileiro? A última falha dele, ao perder o tempo de bola e proporcionar a Carlos Vinícius marcar o primeiro gol, no último domingo (1º/11), diante do Grêmio.
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Lyanco é aquele mesmo que na final da Copa Sul-Americana do ano passado discutiu com torcedores atleticanos, quando estava na arquibancada, assistindo ao jogo, e que depois teve de pedir perdão, pois a Massa não o queria mais no clube. Fico a me perguntar: se nas divisões de base do Atlético não tem um zagueiro melhor que ele, não seria melhor fechar as portas? Aliás, já vimos que Vitão é excepcional zagueiro e deveria ser o titular da equipe.
O Galo terá um jogo dificílimo, onde entrará perdendo por 2 a 0, no próximo sábado (7/11), em sua arena, e, se eu fosse o Barba Domínguez, sacaria Lyanco imediatamente, antes que ele entregue novamente. Vale lembrar que se o Galo tomar um gol, terá que fazer três. Se tomar dois, terá que fazer quatro, então, é melhor prevenir do que remediar.
Esse negócio de jogador querer fazer média com a torcida, pondo o dedo na cara dos adversários, provocando-os, querendo ser “machão”, já era. Hoje há 30 câmeras nos estádios, que pegam tudo, e fica até feio. Lyanco já pisou no braço de Dudu, foi homofóbico com a torcida do Cruzeiro, ao fingir estar se maquiando, e já protagonizou outras cenas lamentáveis.
Outra coisa: quem é Lyanco, que história ele tem pra contar no futebol? Cobri 11 Copas do Mundo, cinco Olimpíadas, 11 Copas América, sete Copas das Confederações e tenho 304 coberturas internacionais. Até ele chegar ao Galo, nunca tinha ouvido falar nele, nem visto-o em campo.
A torcida alvinegra já não o suporta mais e não vejo outro caminho a não ser o clube se ver livre o mais rapidamente possível. A história da zaga do Atlético com Luizinho, Osmar Guarnelli, Cláudio Caçapa, Clebão, Olivera, entre outros que honraram o manto sagrado, não pode ser ridicularizada pelas atuações de Lyanco. Pelo bem do time e por uma chance de avançar à final da Copa do Brasil, fora Lyanco!
BETS
As bets foram proibidas por uma medida provisória do ex-presidiário, mas os viciados continuam jogando, e muito, nos sites de apostas clandestinos. São milhares deles, principalmente chineses, que nem sequer pagam as apostas.
Regularizadas, as bets, além de darem um bom suporte financeiro aos clubes, pagavam R$ 10 bilhões em impostos, que deveriam ser usados na saúde, educação, segurança. Se o governo estivesse mesmo preocupado com a saúde mental dos apostadores, reservaria 90% dos R$ 10 bilhões para a saúde e para cuidar desses “doentes”.
Na verdade, tudo não passou de um jogo de cena eleitoreiro para a conquista de votos. O Brasil caminha na contramão da história. Os viciados não pararam de jogar, apenas mudaram o caminho, procurando os sites ilegais, gastando o dinheiro que não têm e mantendo o problema.
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Nesta terça-feira (3/11), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), estava apreciando a matéria e receberia vários clubes para um debate mais amplo. Por que não proíbem o cigarro e a bebida, que viciam muito mais do que qualquer jogo? E as loterias do governo, que viciam os brasileiros há décadas, não serão proibidas?????
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.