Nova York – Uma eliminação vergonhosa, com um técnico que nada conhece do nosso futebol, que fez a convocação mais esdrúxula da história ao preterir jogadores em plena forma, que fizeram grandes jogos no Brasil, para privilegiar ex-jogadores em atividade. Alguns que já haviam nos entregado em Copas anteriores e outros sem a menor condição de servir ao país, caso do fracassado Neymar. Quando você tem “jornalistas” comemorando a convocação de um ex-atleta em atividade, você percebe o quanto estamos carentes.
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O “maior artilheiro da seleção, que superou Pelé”, com gols contra Japão, Zâmbia, Cingapura e outras seleções de terceira linha do futebol mundial. Um egocêntrico, que trouxe para cá um relógio para cada um dos outros jogos, mas que vai ficar sem usar pelo menos três, já que o Brasil sucumbiu, mais uma vez, para uma seleção de segunda linha do futebol. Um time doente, que tinha no fracassado Danilo, reserva no Flamengo, o tal “líder” em Casemiro, ex-jogador em atividade, a sustentação da defesa, em Alisson, o goleiro “chama gol”, e em Paquetá, o suposto “10”, um jogador burocrático e bem normal.
Jogadores soberbos, cuja a mulher de um deles, Raphinha, disse que os jornalistas vivem de “centavos”. Sim, vivemos com dignidade, caráter e berço, coisa que nem ela, nem o marido têm. Esses casamentos de mulheres que se preparam para fisgar um jogador milionário. Não sei se é o caso dessa pobre moça, mas da maioria sim. Os caras passam no treino, ignorando a imprensa, sentindo-se melhores do que nós, porque têm mais dinheiro. Caros pobres seres humanos milionários, não é sobre dinheiro, é sobre caráter. Vocês formaram a pior seleção da história, e hoje a imprensa toda está caindo de pau. Eu, mantenho minha posição firme há décadas: o futebol brasileiro está tão doente quanto o país, polarizado por esquerdistas e direitistas radicais.
Critico há tempos, mas os “neymarzertes” acham que é perseguição. Um cara arrogante, que entrou em campo para dar uma trombada em Odegaard, que colocou o Brasil no bolso e desafiou o goleiro norueguês após bater um pênalti inexistente. Que moleque atrevido e mal-educado. Esse Neymar mais parece um verme do que um ser humano. Lembram-se quando fez festa, na pandemia, pois seus “amigos e baba-ovos estavam testados, enquanto ao lado de sua mansão pessoas morriam por falta de ar? Eu nunca esquecerei. Convivi com os maiores gênios do Planeta bola, inclusive Pelé, que sempre me recebeu da melhor maneira possível. Não tenho o menor prazer de ir a uma zona mista nem para olhar esses caras de perto. São arrogantes, nojentos e com uma bolinha menor que a de ping-pong.
Uma CBF que, segundo reportagens da Folha de São Paulo, é comandada por Gilmar Mendes e seu filho Chico Mendes, que colocaram um boneco na presidência para obedecer ordens. A entidade está povoada de partidos políticos. Enquanto isso, Ronaldo Fenômeno, que é da bola, não teve a oportunidade de disputar a cadeira. As federações têm peso 3 na votação e os clubes são impotentes para mudar o quadro. Nos gabamos de sermos os únicos pentacampeões, mas não percebemos que, há tempos, somos uma seleção de segunda linha. Não figuramos mais no rol da França, Argentina, Inglaterra, Portugal, Espanha. Somos da categoria B, e enquanto formos soberbos, continuaremos nesse ostracismo. Ninguém nos respeita mais. Não formamos grandes jogadores nas divisões de base, e os clubes vivem de repatriar ex-jogadores em atividade, pagando salários de Europa. E os torcedores aplaudem tudo, pois são egoístas também. Vivem de tirar sarro dos adversários, olhando para o próprio umbigo.
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A eliminação mais vergonhosa da história não é um capítulo final. Ainda vamos amargar coisas piores se não mudarmos a CBF e a gestão do nosso futebol. Fosse Ancelotti um técnico brasileiro e nem desembarcaria no Brasil. Mas é italiano, tem grife, embora esteja ultrapassado como treinador. Fracassou no Napoli e no Everton, por que não fracassaria nessa péssima Seleção? Somos um país doente até no futebol, que até 24 anos atrás ainda era um orgulho. Ou repensamos nossa estrutura ou nunca mais, sim, nunca mais, seremos campeões do mundo.
