Victor Gabriel, covarde e irresponsável
Como a gente percebe na jogada que houve maldade, fica constatada a vontade de quebrar a perna do Gabriel Pec
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Não há mais como ficar passando a mão na cabeça de jogadores que não respeitam seus colegas de profissão e entram para quebrá-los. Foi o que vimos na partida entre Internacional e Cruzeiro, quando aos 12 minutos do segundo tempo, sem a menor necessidade, já que a jogada não precisava de rispidez, o zagueiro Victor Gabriel entrou para quebrar a perna do jogador Gabriel Pec, que fazia sua estreia oficial pelo Cruzeiro, e conseguiu seu objetivo. Não adianta, depois de entrar de forma temerária, irresponsável e covarde, ficar chorando, tentando amenizar sua atitude covarde e cruel. Você, Victor Gabriel, tirou Gabriel Pec da temporada, e, se houvesse justiça nesse país da impunidade, deveria ficar fora dos gramados ao mesmo tempo que ele. Se fosse um lance acidental, você estaria perdoado, mas, da forma como foi na jogada, você incorreu no risco de fraturar a perna de seu colega de profissão, e, infelizmente, seu objetivo foi atingido. Que você leia essas palavras duras, mas que não são tão duras quanto a covardia que você cometeu. Não tem perdão!
Os jogadores têm de se conscientizar de que uma entrada dessas que o Victor Gabriel cometeu, pode aleijar um colega de trabalho, pode deixá-lo fora por meses. É preciso responsabilidade, cautela. Entrar com vontade num lance é normal, mas não com força excessiva para quebrar o companheiro. Não adianta se arrepender depois do fato consumado. Agora ele vai querer visitar Gabriel Pec, pedir perdão, mas isso não vai adiantar nada. Deveria ter pensado antes da entrada criminosa. E seu choro, ao ser expulso, para mim representa “lágrimas de crocodilo”. Repense sua vida e suas atitudes. Você tirou um colega de profissão dos gramados. Um rapaz que chegou ao Cruzeiro, cheio de sonhos, e que fazia seu primeiro jogo oficial. Reveja a jogada e perceba que sua maldade foi maior que tudo. Você entrou com o pé alto e as travas da chuteira prontas para quebrar Gabriel Pec, e quebrou!
O Internacional não vai punir você. Se eu fosse o presidente, te mandaria embora, e confesso que pediria a outros clubes para não te darem emprego. O que você fez foi uma covardia sem tamanho. Repito: não tem perdão. Como as leis não funcionam no Brasil, daqui a pouco você estará em campo pronto para quebrar outro colega de profissão. A CBF deveria criar uma lei em que o atleta agressor e covarde, que teve a intenção de quebrar o colega de profissão, ficasse o mesmo tempo em que o agredido estiver fora dos gramados. Como a gente percebe na jogada que houve maldade, fica constatada a vontade de quebrar a perna do Gabriel Pec. Esse Victor Gabriel envergonha as cores do Internacional. Há jogadas em que um colega lesiona o outro, mas em que não há a intenção. Uma dividida ou coisa parecida. Mas, nesse caso, é só a gente vir e rever as imagens e vamos perceber o grau de maldade em que Victor Gabriel entrou na jogada. Ele foi com o pé alto e a chuteira rasgando a perna de Pec. Não há desculpas. A imagem é clara!
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Pec chegou ao Cruzeiro cheio de sonhos e com títulos a conquistar. Terá que esperar um pouco mais, pois a previsão é de que esteja fora da temporada. Ele fazia uma bela partida. Um jogador que além de atuar como belíssimo atacante, ainda ajuda na marcação. O Cruzeiro investiu R$ 60 milhões na compra dele, além de salários e luvas. Um prejuízo gigantesco. Claro que primeiro pensamos na saúde do atleta e isso não tem preço. Mas é de se lamentar uma contusão assim, que poderia ter sido evitada com tranquilidade. A cada dia que passa, eu fico mais enojado do futebol. Gente despreparada, covarde, canalha. Já vi outros jogadores se machucarem e ficarem fora dos gramados por meses, mas quando a coisa acontece de forma clara, e a gente percebe que o objetivo era mesmo de “matar a jogada” a qualquer preço, não há o que perdoar. Não acredito que seja o caso do técnico do Inter, mas já vimos vários treinadores gritando “pega, mata a jogada, quebra”. É lamentável que isso aconteça. O futebol brasileiro está tomando um caminho sem volta, em todos os sentidos. A agressão a um colega de profissão é a coisa mais covarde que existe. Pense nisso, Victor Gabriel.
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.
