Jaeci Carvalho
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Itália na vaga do Irã na Copa seria maravilhoso

A equipe não conseguiu se classificar para os dois últimos mundiais. Incompetência dos tetracampeões, mas é claro que eles fazem falta em qualquer competição

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A mim não importa se o Irã conseguiu vaga para a Copa do Mundo deste ano no campo e que a Itália não a tenha conseguido da mesma forma, mas, se tirarem os iranianos do Mundial e puserem os italianos no lugar, vou aplaudir. “Mas isso não é justo, Jaeci”, dirão os “mimizentos e esquerdistas”. Na minha visão é justo sim, pois gostaria que a Fifa criasse um dispositivo em que países dominados por ditaduras não pudessem disputar competições esportivas. Além disso, a Itália tem quatro títulos mundiais e o Irã é insignificante no futebol. Cuba, Venezuela, Rússia, China, Irã, Afeganistão e outras ditaduras pelo mundo deveriam ser extirpadas. Oprimem o povo de bem, os “donos dos países” vivem numa riqueza e num luxo colossal e a população na miséria. A queda do ditador da Venezuela Nicolás Maduro já trouxe grandes benefícios, como a libertação de milhares de presos políticos e a volta de produtos alimentícios aos supermercados. No Irã, a morte dos Aiatolás deu outra vida ao povo, que ainda luta contra seus detratores, e os Estados Unidos continuam firmes em sua luta para libertar os iranianos dos tiranos. Cuidado, Brasil, não entre nessa de comunismo ou ditadura. A da toga é visível e vergonhosa.
A Itália não conseguiu se classificar para as duas últimas Copas, em 2018, na Rússia, e em 2022, no Catar, e, recentemente, perdeu a chance de disputar o Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá, ao ser eliminada pela Bósnia. Incompetência dos tetracampeões do mundo, mas é claro que os italianos fazem falta em qualquer competição. Além de ter uma governante de direita, mas não de extrema-direita, é um país amigo, agradável, onde o futebol já foi o melhor do planeta, que o digam as décadas de 1980 e 1990, quando a redes de TV do Brasil transmitiam o Calcio. Seria muito bem-vinda a Itália para este Mundial com a saída do Irã. É preciso punir as ditaduras de forma severa, se possível acabar com elas no mundo. Sabemos do poderio de China e Rússia, mas é preciso tratar a população, os pagadores dos altos impostos, com liberdade de expressão e de vida.
O Irã enforca mulheres que se recusam a usar o véu, mas a filha de um dos ditadores de lá vivia aqui nos Estados Unidos curtindo uma vida capitalista, usando minissaia, frequentando festas, bebendo, dirigindo, enquanto suas compatriotas são assassinadas por quererem ter uma vida normal. Felizmente, ela foi deportada e perdeu seu Green Card. Sou a favor de sanções ao Irã, que possam permitir que os ditadores sejam depostos e que um novo regime se instale. Todo cidadão tem o direito de ir e vir, de escolher o que quer vestir, o que quer comer, o que quer beber. Nas ditaduras funciona assim: tudo para os ditadores e opressão para o povo. Estive no mundo árabe algumas vezes. Assim que as mulheres pegam um voo, quando lhes permitem isso, vão ao banheiro do avião, tiram a abaya (túnica longa) e o hijab (véu que cobre o rosto) e, por baixo, estão vestidas como as ocidentais. Outra coisa que condeno: se você é obrigada a usar suas vestimentas tradicionais no seu país, quando migrar para outro, do ocidente, siga as regras daquele país e não use a Abaya e o Hijab. Aprendi durante meus 45 anos de viagens pelo mundo. Temos que respeitar e nos adequar às decisões dos países para os quais estamos indo.
Sei que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, é político e gosta de agradar seus filiados, mas ele não deveria abrir precedentes para países dominados por ditadores, sanguinários e assassinos. Assim como a Rússia está suspensa das competições esportivas, por causa da guerra com a Ucrânia, provocada pelos russos, é necessário que o Irã fique fora também. Não é justo premiar Aiatolás (loucos e maquiavélicos, assassinos e covardes). Pela entrada da Itália na Copa de 2026, pois ainda faltam 49 dias para o início da competição. Mudar a sede dos jogos do Irã dos Estados Unidos para o México, seria premiar o mal e não o bem. Pense nisso, Infantino.

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