Coral Madrigale canta pérolas do pop internacional
Grupo com 50 vozes se apresenta no próximo dia 9 de setembro, no Teatro Sesiminas, cantando músicas que estão na memória afetiva do público
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O Coral Madrigale apresenta o espetáculo “Pop internacional 2”, dia 9/9, no Teatro Sesiminas. No repertório, representantes do pop internacional que estão na memória afetiva de todos.
Os nomes das canções, no entanto, não foram divulgados. Esta é a segunda edição do projeto do Coral Madrigale, que conta mais de 30 anos de estrada e 50 vozes.
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“A ideia parte de uma percepção simples de que certas canções populares ultrapassam fronteiras porque passam a fazer parte da memória afetiva de muitas pessoas, em diferentes países, idiomas e gerações. São músicas que o público reconhece não apenas pelo ouvido, mas também pela lembrança, pela experiência de vida, pela relação pessoal que cada um construiu com elas”, afirma Marília Ruas, uma das vozes e presidente do coro Madrigale.
• CONTEMPORÂNEO
O programa Brasil Contemporâneo leva para a ArtRio neste ano 12 galerias selecionadas pela curadora Paula Borghi. A Murilo Castro vai levar obras dos artistas Fabio Baroli (Uberaba), Julio Primeiro (Fortaleza) e Flavia Renault (São Paulo). A FASAM terá trabalhos de Simone Fontana Reis (São Paulo), Amira Rodrigues (São Paulo), Anna Paes (São Paulo) e Aryane Siebra (Fortaleza).
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Participam do programa galerias de Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, representando artistas de 14 estados brasileiros. A valorização do conceito “fazer com as mãos” – artistas que trabalham desde a concepção, criação e produção de suas obras de forma manual – foi o ponto de partida para a curadoria. A ArtRio será realizada de 16 a 20 de setembro, na Axia Marina da Glória.
• CARLA MADEIRA
Carla Madeira lotou o auditório da Casa Fiat de Cultura na noite da última quarta-feira (19/8). A escritora lançou seu quarto romance, “Quando”, fruto de uma “sequência de lutos”. Em conversa com o público, mediada pela editora Ana Lima Cecilio, ela revelou que a escrita do livro foi iniciada “de forma caótica”, mas com um ponto de partida bem definido: a história de uma mãe que denuncia à polícia o próprio filho.
“Esse livro nasce de uma pergunta: Por que, coletivamente, estamos produzindo um mundo que, individualmente, a gente não quer? O que nos faz produzir um mundo tão desigual e violento?”, questionou.“Temos uma tolerância com a desigualdade que é insustentável e a gente acha normal.”
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Com mais de 1,4 milhão de exemplares vendidos dos livros anteriores (“Tudo é rio”, “Véspera” e “A natureza da mordida”), Carla Madeira fez questão de fazer o primeiro lançamento de “Quando” na cidade natal, depois de conversar sobre o novo romance, em junho, na Festa Literária Internacional de Paraty com o escritor português Valter Hugo Mãe.
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.
