Tom Corley é planejador financeiro e escritor norte-americano famoso por investigar a rotina de milionários para entender os hábitos diários que separam o sucesso do fracasso econômico. Após cinco anos de observação, descobriu que as pessoas ricas têm mais em comum do que apenas a renda. Vejam isso.
Hábito é o comportamento repetido que se torna quase automático. É capaz de transformar a vida e está ao alcance de qualquer pessoa, independentementemente de sua situação ou das circunstâncias.
Tom Corley define como ricos aqueles que ganham pelo menos US$ 160 mil (R$ 820 mil) por ano, em torno de R$ 68 mil por mês, e possuem patrimônio mínimo de US$ 3,2 milhões (R$ 16,3 milhões).
Já aqueles que têm renda anual inferior a US$ 30 mil (R$ 153 mil; R$ 12,7 mil/mês) e patrimônio abaixo de US$ 5 mil (R$ 25 mil) são classificados como pobres.
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Corley afirma que os ricos compartilham dos mesmos hábitos e comportamentos diários, características que não encontrou entre os pobres. Conclusão: tornar-se rico não depende de sorte, mas da forma como se passa o dia, começando pelo horário em que se acorda.
Ao longo de seus anos de observação, Corley descobriu que não são tanto a economia e as influências externas, mas sim os hábitos diários, que determinam se você caminhará para a riqueza ou para a pobreza.
Visto que temos controle sobre nossos pensamentos e ações, podemos desenvolver hábitos simplesmente escolhendo repetir o mesmo comportamento várias vezes até que ele se torne quase automático.
Será que você alcançaria saúde financeira melhor se abandonasse maus hábitos com o dinheiro e os substituísse por outros, comprovadamente eficazes para melhorar sua situação financeira? Tire suas próprias conclusões. Seguem os sete hábitos dos ricos, segundo Corley:
1. Pessoas ricas acordam pelo menos três horas antes de estar no trabalho. Aproveitam esse tempo para focar no desenvolvimento pessoal, como a leitura de livros educativos, blogs e publicações especializadas de sua área. Também encaixam atividade física na rotina.
2. Não fazem pausas longas para almoço, ou nem fazem pausa para almoçar. É claro que se alimentam, mas aproveitam os intervalos para negociar e fechar acordos. Comem na própria mesa enquanto trabalham.
3. Não fazem corpo mole, não ficam de olho no relógio para ver quanto tempo falta para encerrar o expediente. Não desperdiçam tempo. Assim que chegam ao local de trabalho, começam a planejar o dia. A maioria mantém a lista diária de tarefas e conclui 70% delas todos os dias. E estabelecem metas de longo prazo.
4. Controlam rigorosamente a ingestão de calorias, de consumo de álcool e raramente comem junk food. Eles se preocupam com a saúde. Se estiverem saudáveis, terão menos dias de afastamento por doença.
5. Nada de fofocas: 79% das pessoas de baixa renda admitem fazer fofoca, em comparação com apenas 6% dos indivíduos ricos. Precisa dizer mais alguma coisa?
6. Uso limitado da internet. Pessoas ricas dedicam as horas de folga ao trabalho voluntário, ao networking e à socialização, sem recorrer a smartphones ou ao ciberespaço. Cultivam relacionamentos pessoais e preferem a internet como ferramenta de negócios, não como fonte de lazer ou interação social.
7. Os ricos vivem abaixo de suas possibilidades, gastam menos do que ganham. Acreditam que acumulando riqueza suficiente, podem se dar ao luxo de viver abaixo de seus meios.
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* Isabela Teixeira da Costa/Interina
