O diabetes gestacional é uma condição cada vez mais frequente e que exige atenção durante o pré-natal. Segundo a International Diabetes Federation (IDF), aproximadamente 11% das gestantes no Brasil tem a condição, enquanto globalmente cerca de um em cada seis nascimentos é afetado por níveis elevados de glicose na gravidez.
- Nove a cada 10 brasileiros com pré-diabetes desconhecem a condição
- Gravidez: de onde vem e o que explica os desejos inusitados por comida?
Caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue durante a gestação, a condição surge, em grande parte, devido às alterações hormonais próprias desse período, que podem dificultar a ação da insulina. Embora muitas vezes não apresente sinais claros, alguns sintomas podem surgir, como sede excessiva, aumento da vontade de urinar, cansaço, visão turva e infecções frequentes.
Mesmo sendo, na maioria dos casos, temporário, o diabetes gestacional pode trazer riscos tanto para a mãe quanto para o bebê, especialmente quando não é controlado adequadamente. Por isso, o diagnóstico precoce e o acompanhamento contínuo são fundamentais para uma gestação mais segura.
Leia Mais
O diabetes gestacional exige acompanhamento rigoroso para evitar oscilações glicêmicas que podem trazer riscos à mãe e ao bebê. Nesse contexto, o a endocrinologista Jellin Zambon, gerente médica principal da divisão de cuidados para diabetes da Abbott no Brasil, comenta sobre o uso de tecnologias de monitoramento de glicose em tempo real.
“Além das mudanças na alimentação e do acompanhamento médico, os sistemas de monitoramento contínuo permitem acompanhar os níveis de glicose ao longo do dia de forma prática e precisa, oferecendo mais confiança para lidar com esta condição em um momento que já envolve muitas emoções”, explica.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
Combinando acompanhamento médico, hábitos saudáveis e o apoio de novas tecnologias, é possível controlar o diabetes gestacional de forma mais eficiente e segura.
