A atriz Carolina Dieckmmann fez um relato alarmante sobre uma infecção da qual ela foi diagnosticada. Ontem, ela postou um depoimento nas redes sociais em que contou que está com uma pielonefrite, uma infecção mais grave decorrente da infecção urinária, que atinge os rins e pode causar febre alta, dor lombar e calafrios, exigindo atenção médica imediata.
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Entre os sintomas mais comuns estão: urgência ao urinar, ardência, aumento da frequência urinária com pouco volume, dor pélvica, sensação de bexiga cheia, dor pélvica e, nos casos mais graves, presença de sangue na urina e febre. “É fundamental que, ao perceber esses sinais, a pessoa procure atendimento médico para diagnóstico correto e início do tratamento adequado”, explica a ginecologista Loreta Canivilo. No entanto, como no caso da atriz, a doença pode originar da infecção urinária assintomática.
No post, a atriz disse que, por sorte, resolveu se encaminhar a um hospital, já que faria uma viagem mais longa e ficaria mais afastada da cidade. "Ao invés de tomar um antitérmico para parar a febre, que é o que a gente geralmente faz, resolvi ir a um hospital. O risco que eu corri é de isso virar uma septicemia. Quanto mais você demora, mais a bactéria toma conta do seu corpo. Viraria uma infecção generalizada e poderia até matar. Procure ajuda, faça um exame, um médico para que você consiga tomar as rédeas da situação e não deixar acontecer alguma coisa pior."
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O tratamento da infecção geralmente é feito com antibióticos prescritos por um profissional de saúde, além de medidas complementares, como aumento da ingestão de água para ajudar na eliminação das bactérias. A automedicação, no entanto, deve ser evitada. “O uso indiscriminado de antibióticos pode mascarar sintomas e contribuir para a resistência bacteriana, tornando o quadro mais difícil de tratar”, alerta Loreta Canivilo.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Entre as recomendações estão beber bastante água ao longo do dia, urinar sempre que houver vontade, manter uma higiene íntima adequada, preferir roupas íntimas de algodão e urinar após relações sexuais. “Pequenas mudanças no dia a dia fazem grande diferença na saúde urinária e na qualidade de vida, especialmente das mulheres, que são mais suscetíveis à infecção”, destaca a ginecologista Loreta.
Além disso, é importante evitar o uso de duchas íntimas e produtos perfumados na região genital, pois podem alterar a flora natural e favorecer infecções. Também não é recomendado segurar a urina por muito tempo ou utilizar medicamentos sem orientação médica. Manter uma alimentação equilibrada e fortalecer a imunidade são aliados importantes na prevenção.
“Cuidar da saúde íntima deve ser parte da rotina. Informação e atenção aos sinais do corpo são fundamentais para evitar complicações e recorrências”, conclui Loreta Canivilo.
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Carolina Dieckmmann disse que ainda não está totalmente recuperada, por ter sido uma infecção grave, mas está se cuidando.
