Cafés funcionais
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Os chamados “cafés fitness” ganharam espaço nas redes sociais e academias. Com fórmulas que misturam cafeína, óleo de coco, colágeno, proteínas, vitaminas e outros estimulantes, esses produtos costumam ser vendidos como soluções completas para foco extremo e alta performance. Segundo Nathália Delvaux, professora de nutrição do IBMR, integrante do Ecossistema Ânima, a cafeína tem evidência científica consistente para melhora do estado de alerta, redução da percepção de fadiga, ganho do desempenho em exercícios de resistência e um pequeno efeito termogênico. Porém, muitos ingredientes adicionados aos cafés funcionais ainda têm evidências limitadas quando combinados na mesma bebida. Além disso, enquanto o café tradicional tem poucas calorias e compostos antioxidantes naturais, cafés proteicos e energéticos à base de café podem conter calorias extras, adoçantes, creme vegetal, óleos e até açúcar.
Clube do livro
A psicóloga Maria Klien conduz aos domingos um clube do livro dedicado à obra “Mulheres que correm com os lobos”, de Clarissa Pinkola Estés. A proposta reúne leitura, escuta e reflexão sobre os contos a partir de uma perspectiva arquetípica e junguiana. A iniciativa prevê encontros realizados de forma online e gratuita, que acontecem às 17h no Brasil e 21h em Portugal. Quem não puder acompanhar no horário também pode acessar a gravação ao ingressar no grupo de whatsapp, onde são disponibilizadas as informações de acesso, os links das reuniões e as gravações das leituras. No clube, mitologia, psicologia analítica e narrativas simbólicas são abordadas pela integração entre corpo, mente, alma e experiência subjetiva, seguindo a tradição de leitura que aproxima os contos da vida psíquica. Informações: @psimariaklien.
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Crises alérgicas
Mesmo antes da chegada oficial do inverno, a redução da umidade do ar e as oscilações de temperatura já começam a impactar a saúde respiratória da população. O período mais seco do ano favorece o aumento de alergias, irritações nas vias aéreas e agravamento de doenças respiratórias. Entre os sintomas mais frequentes provocados pelo clima seco estão: espirros, coriza, congestão nasal, coceira nos olhos, nariz e garganta, além de tosse seca e irritativa. Em alguns casos, podem surgir reações na pele, chiado no peito e falta de ar. Segundo o pneumologista da Unimed-BH, Daniel Cruz Bretas, medidas simples ajudam a reduzir os impactos do tempo seco e podem evitar agravamentos. A principal é manter boa hidratação ao longo do dia e atenção à qualidade do ambiente interno. Outras recomendações incluem manter os ambientes ventilados, evitar acúmulo de poeira, reduzir o uso de tapetes e cortinas, fazer lavagem nasal com soro fisiológico e manter o uso correto das medicações prescritas para doenças respiratórias crônicas.