Estética ou Saúde?

Rinoplastia: entenda os riscos e quando é preciso refazer

Casos recentes levantam debate sobre a cirurgia plástica no nariz; entenda os motivos que levam a um segundo procedimento e os cuidados

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A recente decisão da influenciadora Rafaella Justus de realizar uma segunda cirurgia plástica no nariz aos 16 anos trouxe à tona um debate comum em consultórios médicos: a rinoplastia de revisão. O procedimento, que busca corrigir ou aprimorar os resultados de uma operação anterior, levanta questões sobre os motivos, os riscos e a idade ideal para a primeira intervenção, geralmente recomendada após o completo desenvolvimento facial, no final da adolescência.

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Diferentes fatores podem levar uma pessoa a optar por uma nova intervenção. A insatisfação com o resultado estético é a razão mais frequente. Isso pode incluir desde pequenas assimetrias e irregularidades no dorso nasal até uma ponta que não ficou como o esperado. A busca por um nariz que harmonize melhor com as feições do rosto orienta muitos desses casos.

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Outro motivo importante está ligado a problemas funcionais. Em algumas situações, a primeira cirurgia pode não resolver completamente dificuldades respiratórias preexistentes ou, em casos mais raros, até mesmo criá-las. A rinoplastia secundária, então, tem o objetivo de restaurar a função nasal adequada, aliando saúde e estética.

Os desafios de uma nova cirurgia

Realizar uma rinoplastia pela segunda vez é um procedimento consideravelmente mais delicado e, muitas vezes, mais longo. O tecido nasal já possui cicatrizes da primeira cirurgia, o que torna a manipulação das estruturas internas mais difícil para o cirurgião. A anatomia do nariz já foi alterada, exigindo um planejamento ainda mais minucioso.

A estrutura de sustentação do nariz também pode estar enfraquecida. Por isso, é comum que o médico precise utilizar enxertos de cartilagem para reconstruir ou fortalecer a área. Esse material pode ser retirado de outras partes do corpo, como a orelha ou a costela, adicionando complexidade ao processo cirúrgico.

Os riscos, embora controlados, são maiores em uma revisão. Entre as possíveis complicações estão irregularidades na pele, perfuração do septo e um processo de cicatrização mais lento e imprevisível. A recuperação também pode demandar mais tempo e paciência por parte do paciente.

A decisão de refazer o procedimento deve ser tomada após uma conversa detalhada com um profissional qualificado e experiente em rinoplastia secundária. Alinhar as expectativas com as possibilidades reais é fundamental para garantir um resultado satisfatório tanto do ponto de vista estético quanto funcional.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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