Ana Castela sobre cirurgias estéticas: ‘Sofria muito bullying'
Cantora expõe inseguranças e planos de mudar o corpo; especialistas explicam como o passado influencia a busca por procedimentos estéticos
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A cantora Ana Castela revelou inseguranças com o próprio corpo desde a infância. Ela contou que, apesar de viver uma fase mais natural, planeja realizar procedimentos estéticos, como colocar silicone e corrigir um detalhe no nariz que a incomoda.
Ela também lembrou da otoplastia, cirurgia para corrigir as orelhas, mas disse que o resultado não foi o esperado e pretende refazer o procedimento. Segundo a cantora, as lembranças do bullying ainda pesam. “Isso é o que me incomoda, me mata”, desabafou em entrevista ao portal Leo Dias.
Ana Castela fala de procedimentos estéticos e revela desejo de realizar intervenções pic.twitter.com/hoMud8OXCE
— WWLBD ????? (@whatwouldlbdo) March 22, 2026
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A visão médica sobre as cirurgias
Histórias como a de Ana Castela são comuns nos consultórios. “É comum o paciente chegar com uma queixa estética, mas quando você escuta com atenção, existe uma história por trás. Um apelido, uma fase difícil, algo que ficou marcado. A cirurgia pode ajudar, mas não resolve tudo sozinha. É importante entender o momento da pessoa e alinhar bem o que ela espera”, relata o cirurgião plástico Carlos Tagliari .
O médico detalha os procedimentos citados pela cantora. A rinoplastia reposiciona estruturas como cartilagem e osso para suavizar o formato do nariz, buscando resultados naturais. Já a otoplastia corrige o afastamento das orelhas com incisões discretas, geralmente atrás delas, para remodelar a cartilagem.
Sobre as próteses de silicone, Tagliari destaca que o planejamento é essencial. A escolha do tamanho e formato considera o corpo da paciente e seu estilo de vida. Ele reforça que a cirurgia pode melhorar a relação com a imagem, mas não substitui um olhar interno.
O peso das experiências da infância
Para a especialista em autodesenvolvimento Renata Fornari, as vivências da infância ecoam na vida adulta. “Quando alguém cresce ouvindo críticas ou sendo comparado, isso vai moldando a forma como ela se enxerga. Muitas dessas dores ficam guardadas e, na vida adulta, aparecem como insatisfação constante, como se nunca estivesse bom o suficiente”, afirma.
Ela aponta que o caminho para a autoaceitação passa por revisitar essas memórias com um novo olhar. Um exercício simples sugerido por Fornari é fechar os olhos por alguns minutos e lembrar-se de si mesmo na infância, apenas observando.
Outra prática é se perguntar o que faria aquele “eu” mais novo se sentir bem hoje. Esse cuidado diário ajuda a reconstruir a forma como a pessoa se trata. Por trás de decisões sobre o corpo, muitas vezes há uma tentativa de silenciar vozes antigas e de se sentir mais confortável na própria pele.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.