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Câncer também acomete cães 

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Graças aos avanços da medicina veterinária e a melhora na qualidade de vida e alimentação, a população canina teve sua expectativa de vida aumentada nas últimas décadas. Entretanto, o envelhecimento também eleva o risco de doenças associadas à idade, como o câncer. De acordo com a Veterinary Cancer Society, um em cada quatro cães será diagnosticado com câncer, considerado a principal causa de morte entre aqueles que passaram da meia-idade. A neoplasia pode acometer qualquer raça, mas de acordo com Denise Terenzi, coordenadora de Medicina Veterinária da Estácio BH, algumas têm maior predisposição, entre elas: Golden Retriever, Bernese, Boxer e Rottweiler. “Até mesmo cachorros sem raça definida podem desenvolver a doença, por isso é importante realizar check-ups periódicos, tanto para a prevenção como para garantir um diagnóstico precoce, que possibilitará um tratamento mais assertivo e com altas chances de cura”, orienta.

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Tomaz Silva/Agência Brasil

Praia limpa

Verão é sinônimo de praias cheias. Junto com esse movimento, cresce o volume de resíduos descartados de forma inadequada na areia e no entorno das praias. O lixo marinho afeta diretamente a vida de diversas espécies. Peixes, corais, aves marinhas, pinguins e tartarugas podem confundir resíduos com alimento ou sofrer ferimentos ao entrar em contato com embalagens descartadas de forma incorreta. De acordo com o Greenpeace, centenas de milhares de animais marinhos adoecem ou morrem todos os anos devido à ingestão de resíduos ou a lesões causadas por eles. Grande parte do lixo gerado nas praias vem de embalagens de produtos recicláveis. Para Isabela De Marchi, gerente de sustentabilidade da SIG, a conscientização do consumidor é fundamental. “ Quando cada pessoa faz a sua parte, ajudamos a manter as praias limpas, protegemos os oceanos e fortalecemos a cadeia da reciclagem”, afirma.

Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Maquiagem, glitter e sprays

Brilho e fantasia fazem parte do carnaval, mas o uso de maquiagem com glitter - principalmente quando não são próprios para uso cosmético -, podem causar danos ao atingir a córnea, estrutura sensível responsável pela proteção e pela visão. Outro fator de risco frequente são os sprays de espuma e/ou coloridos, que podem provocar ardência intensa e inflamação ao entrarem em contato com os olhos. Se isso acontecer, o ideal é lavar imediatamente com água corrente ou soro fisiológico. Persistindo os sintomas, é fundamental procurar um oftalmologista. Mesmo confetes e adereços aparentemente inofensivos podem causar acidentes, principalmente em locais com grande aglomeração. Por isso, evitar acessórios rígidos, pontiagudos ou colados próximos aos olhos diminui o risco de ferimentos em meio a empurrões e movimentos bruscos comuns durante a folia.

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