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Estado de Minas

Quase metade dos usuários brasileiros já tiveram tela do smartphone estilhaçada

Estudo da Motorola feito em seis países mostra que quebra não impede que as pessoas continuem a usar o aparelho


postado em 30/10/2015 19:01 / atualizado em 30/10/2015 20:06

(foto: Reprodução)
(foto: Reprodução)
Um estudo apresentado pela Motorola em seis países – Brasil, México, EUA, China, Reino Unido e Índia, desenvolvido pela KRC Research, mostra que 48% dos brasileiros entrevistados que têm smartphones já tiveram a tela de seus aparelhos estilhaçada ou trincada e 28% continuaram usando o equipamento mesmo com a tela quebrada.

Ao todo, foram entrevistadas 6.019 pessoas com mais de 18 anos entre 29 de setembro e 9 de outubro, sendo mais de 1 mil brasileiros. E revela dados interessantes: 76% dos brasileiros disseram que continuam usando o celular, mesmo assumindo que têm dificuldade de enxergar o que está escrito na tela.

E isso não é coisa só de brasileiro: metade dos entrevistados, em todos os países, teve a tela quebrada após o celular escorregar de suas mãos. Nos Estados Unidos, o índice é de 54%. Na sequência estão Brasil, com 51%; Índia, México e Reino Unido, com 50%; e China, com 46%. Os brasileiros, depois de deixarem seus smartphones caírem, disseram que ficaram frustrados (53%), com medo (34%) e ansiosos (19%).

As quebras também são decorrentes de queda do bolso (24% no caso dos brasileiros) e quando se levantaram (32%). No que se refere ao conserto, quatro entre 10 usuários alegam que o preço é o principal obstáculo para arrumar a tela (42%) Na China são 49%, 48% no Brasil, 45% no Reino Unido, 43% nos Estados Unidos, 37% na Índia e 34% no México.

As selfies também são um fator de risco para a quebra de tela entre muitos consumidores. Quase um em cada 10 pesquisados (7%) teve a tela danificada enquanto tentava tirar fotos de si mesmo. Os indianos são os que mais sofrem com essa questão: 14% administram terem quebrado suas telas fazendo uma selfie; já os chineses têm 7%; os brasileiros, 6%; mexicanos, 5%; americanos, 4%; e ingleses, 3%.

 

 

 

 

 

 

 

 

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