Shirley Pacelli

A pessoa define a quantia e seleciona sua origem. O Google fica com uma taxa de 2,9% (valor mínimo de US$ 0,30) da transação, caso seja feita por cartão de crédito ou débito. Se a instituição financeira for parceira do Wallet, o internauta fica isento das taxas. Qualquer usuário de uma conta de e-mail (mesmo que não seja o Gmail) pode ser destinatário, mas será preciso criar uma conta no Wallet. Ao receber, a pessoa escolhe se quer fazer um depósito em conta ou usar a quantia onde a carteira virtual é aceita. Para variar, o novo recurso será lançado só nos Estados Unidos.
A possibilidade de fazer transferências por e-mail é bastante tentadora, mas a segurança da ação é um caso a pensar. Com o Google +, a empresa usa apenas uma senha para todos os seus serviços. Caso um dos seus perfis seja invadido, os cibercriminosos podem fazer a festa com seu dinheiro virtual. Para evitar isso, além dos cuidados básicos e o uso de antivírus, o usuário pode pedir uma dupla autenticação ao serviço, que envia um código por SMS ao celular cadastrado na conta.
NFC
O Wallet permite fazer pagamento por meio do celular – basta aproximá-lo de máquinas que identificam o sinal. Para isso, é utilizada a tecnologia Near Field Communication, o NFC. Confira mais informações sobre o novo recurso de anexar dinheiro no Gmail no vídeo produzido pela empresa em https://bit.ly/10zIlMl.
