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-->Na onda do GPS (Sistema de Posicionamento Global por Satélite) nem mesmo as roupas íntimas escapam. A novidade saiu de Minas Gerais, mais precisamente de Juruaia, pólo de confecções no Sul de Minas, e foi lançada em São Paulo, em evento recente. A Lindelucy, especializada em lingerie, associou-se à FindMe Sistemas de Rastreamento, fabricante paulista de dispositivos de localização e o resultado da parceria é um produto que pode ser posto no modelo de um espartilho. Custa, para quem quiser ter o prazer da brincadeira, uma pequena bagatela: de R$ 1.750 a R$ 2,5 mil.
Mas atenção, desconfiados de plantão! Maridos e namorados que pensam em, a partir de agora, fiscalizar e acompanhar cada passo da mulher, estão muito enganados. Primeiro, porque somente elas podem encomendar e adquirir a peça e, segundo, porque a mulher só é localizada se quiser – o chip pode ser ligado e desligado a qualquer momento. Além disso, a dona do mimo cria uma senha e, logicamente, só a informa para a pessoa que deseja. A partir daí a localização é baseada na latitude, longitude e altitude, consultadas no site da empresa responsável pelo produto.
A criadora da lingerie tecnológica, Lúcia Iorio, afirma que a primeira impressão das clientes é de que perderão a liberdade ao usar o artefato na peça íntima. Mas, depois de conhecerem e saberem como funciona, ficam curiosas. “Elas acham interessante e até engraçado terem o controle da situação”, conta.
A idéia da fabricante foi muito mais fazer uma brincadeira do tipo “gato e rato” ou até mesmo promover encontros- surpresa entre casais. O GPS na lingerie facilitaria a vida do parceiro que quer encontrar a amada onde ela esteja. E isso sem precisar procurar muito.
Caixa de fósforo Dois exemplares do produto já foram vendidos. Uma delas para Nildete da Silva Matos, representante de vendas de peças íntimas. “Achei a peça descolada. Quero brincar com meu marido e ver se ele é capaz de me achar”, contou aos risos, adiantando, entretanto, que ainda não usou o brinquedo.
Segundo Theodoros Megalomatidis, proprietário da FindMe, o produto é uma espécie de fetiche, que, além de proporcionar uma brincadeira, pode ser usado para garantir a segurança da usuária.
Do tamanho de uma caixa de fósforo, o aparelho tem uma bateria que dura cerca de 15 horas e ainda um dispositivo que funciona como chamada de emergência, que pode ser acionado se a pessoa estiver em pânico, por exemplo, no caso de um roubo. Ao ativar esse comando, o dispositivo envia mensagens de minuto a minuto para cinco pessoas, que são cadastradas pela usuária no sistema, avisando sobre o problema e o lugar onde está a vítima. “O rastreador já era usado para monitorar carros, bicicletas e até mesmo cachorros. Agora nós o adaptamos para que ele fosse usado na lingerie”, afirmou.
Em Belo Horizonte a roupa será lançada na Feira da Moda Íntima dias 19 e 23 de novembro no Pavilhão da Infofeira, na Rua Espírito Santo, no Centro.
Mas atenção, desconfiados de plantão! Maridos e namorados que pensam em, a partir de agora, fiscalizar e acompanhar cada passo da mulher, estão muito enganados. Primeiro, porque somente elas podem encomendar e adquirir a peça e, segundo, porque a mulher só é localizada se quiser – o chip pode ser ligado e desligado a qualquer momento. Além disso, a dona do mimo cria uma senha e, logicamente, só a informa para a pessoa que deseja. A partir daí a localização é baseada na latitude, longitude e altitude, consultadas no site da empresa responsável pelo produto.
A criadora da lingerie tecnológica, Lúcia Iorio, afirma que a primeira impressão das clientes é de que perderão a liberdade ao usar o artefato na peça íntima. Mas, depois de conhecerem e saberem como funciona, ficam curiosas. “Elas acham interessante e até engraçado terem o controle da situação”, conta.
A idéia da fabricante foi muito mais fazer uma brincadeira do tipo “gato e rato” ou até mesmo promover encontros- surpresa entre casais. O GPS na lingerie facilitaria a vida do parceiro que quer encontrar a amada onde ela esteja. E isso sem precisar procurar muito.
Caixa de fósforo Dois exemplares do produto já foram vendidos. Uma delas para Nildete da Silva Matos, representante de vendas de peças íntimas. “Achei a peça descolada. Quero brincar com meu marido e ver se ele é capaz de me achar”, contou aos risos, adiantando, entretanto, que ainda não usou o brinquedo.
Segundo Theodoros Megalomatidis, proprietário da FindMe, o produto é uma espécie de fetiche, que, além de proporcionar uma brincadeira, pode ser usado para garantir a segurança da usuária.
Do tamanho de uma caixa de fósforo, o aparelho tem uma bateria que dura cerca de 15 horas e ainda um dispositivo que funciona como chamada de emergência, que pode ser acionado se a pessoa estiver em pânico, por exemplo, no caso de um roubo. Ao ativar esse comando, o dispositivo envia mensagens de minuto a minuto para cinco pessoas, que são cadastradas pela usuária no sistema, avisando sobre o problema e o lugar onde está a vítima. “O rastreador já era usado para monitorar carros, bicicletas e até mesmo cachorros. Agora nós o adaptamos para que ele fosse usado na lingerie”, afirmou.
Em Belo Horizonte a roupa será lançada na Feira da Moda Íntima dias 19 e 23 de novembro no Pavilhão da Infofeira, na Rua Espírito Santo, no Centro.

