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Estado de Minas

Galo mira o presente e o futuro


postado em 01/07/2019 04:08

O diretor de futebol Rui Costa chegou ao Atlético em meio a um caos técnico da equipe em campo. Iniciou sua trajetória horas depois da goleada sofrida para o Cerro Porteño, por 4 a 1, no Paraguai, que praticamente eliminou o time da Copa Libertadores. No mesmo dia, participou da demissão do técnico Levir Culpi. Tudo isso na semana da primeira partida da final do Campeonato Mineiro, vencido pelo Cruzeiro. Passada a turbulência, o time cresceu. Com Rodrigo Santana no comando (foi efetivado depois de 17 jogos como interino), o Galo está no G-5 do Campeonato Brasileiro, nas quartas de final da Copa do Brasil e nas oitavas de final da Copa Sul-Americana. E buscar títulos em sua primeira temporada como gestor no clube é uma das metas de Rui Costa.

Em entrevista ao Superesportes, o dirigente afirmou que trabalha para fazer um Atlético forte no futuro, mas sem se esquecer do presente: “De forma alguma, ao pensar o futuro, vamos abrir mão do presente. O presente do Atlético é conquistar. É ser protagonista no cenário nacional e internacional. É a base do meu trabalho. Temos chance de conquistar uma Copa do Brasil, uma Sul-Americana, sei o quanto significa essa competição, porque tive o privilégio de ser campeão”.

Rui Costa afirma que buscar títulos a qualquer custo não é a forma correta de fazer futebol. Ele quer ver o Atlético dando volta olímpica no fim do ano, mas diz que isso não pode comprometer o futuro: “Ganhar a qualquer custo? Não. Ganhar comprometendo o futuro do clube? De jeito nenhum. Foi o que aprendi na minha carreira e o que estabeleci como meta. O que queremos agora? Conquistar a Copa do Brasil. Conquistar, sim, o Brasileiro. Se possível, também a Sul-Americana. São viáveis? Talvez, neste primeiro momento, sejam mais um desejo do que factível. Mas quem veste a camisa do Atlético não tem limite para sonhar”.

PERMANÊNCIA NO CARGO O contrato de Rui Costa vai até o fim de 2020, quando se encerra a gestão de Sérgio Sette Câmara. A tendência é que o presidente continue no cargo – e, consequentemente, o executivo. Ele falou sobre a chance de longevidade: “Se pudesse fazer um contrato de 10 anos com o Atlético, seria ótimo. Mas sei que na minha função sou avaliado como qualquer outro profissional. Pressão por resultados e metas cumpridas são fundamentais, portanto, não posso gerar expectativa de ficar cinco, seis, sete anos no Atlético”, concluiu.


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