Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. Experimente 15 dias grátis >>

Estado de Minas

Corrida dos milhões

Com premiação quase dobrada para a Libertadores, Cruzeiro projeta força nos também rentáveis Brasileiro e Copa do Brasil. Mas boa parte seria usada para quitar dívidas


postado em 19/12/2018 05:04

Só pela conquista da Copa do Brasil a Raposa faturou R$ 52 milhões: meta agora é bater os bons números de 2018(foto: GLADYSTON RODRIGUES/EM/D.A PRESS - 17/10/18)
Só pela conquista da Copa do Brasil a Raposa faturou R$ 52 milhões: meta agora é bater os bons números de 2018 (foto: GLADYSTON RODRIGUES/EM/D.A PRESS - 17/10/18)


O Cruzeiro ficou conhecendo mais do que os primeiros adversários na Copa Libertadores de 2019 no evento realizado pela Conmebol em Luque, no Paraguai, na segunda-feira. A entidade máxima do futebol no continente anunciou também as novas cotas para os clubes, que são praticamente o dobro do pago neste ano no caso de título.

Com isso, o clube celeste sabe que poderá amealhar cerca de R$ 74 milhões se chegar ao tricampeonato sul-americano. Se ganhar ainda a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro, o total de premiação pode chegar a R$ 145 milhões – cerca de metade do orçamento para o ano que vem. Mas os valores não entram na conta, pois não há garantia de que irão para os cofres do time mineiro.

Neste ano, a Raposa recebeu cerca de R$ 52 milhões por ter sido campeã da Copa do Brasil. Segundo o vice-presidente executivo de futebol Itair Machado, o “dinheiro entrou e saiu”, pois foi usado para pagar a premiação dos jogadores e saldar dívidas. O mesmo destino foi reservado aos poucos mais de R$ 2 milhões recebidos da CBF pelo oitavo lugar no Campeonato Brasileiro.

O Cruzeiro acumulou prejuízos em 2016 e 2017. Em 2018, a previsão é de superávit, mas a dívida deve continuar crescendo em função dos juros e por novas ações na Justiça. O Flamengo e o Criciúma, por exemplo, cobram valores devidos pelas cessões do armador Mancuello e do lateral-direito Ezequiel, respectivamente.

Se conquistar a Libertadores, a premiação será muito bem-vinda, justamente para ajudar a honrar compromissos. Os valores são bem maiores que os pagos nesta temporada – o River Plate recebeu cerca de R$ 42 milhões pelo título. Além disso, há a cota pela disputa do Mundial de Clubes, cujo campeão recebe cerca de R$ 19,4 milhões.

A essas cifras a diretoria espera agregar outras. Já estão garantidos os direitos de transmissão do Campeonato Mineiro (cerca de R$ 12 milhões) e do Brasileiro (o valor dependerá, a partir de 2019, da posição final e do número de jogos exibidos, com previsão de algo em torno de R$ 40 milhões).

Já os patrocínios dependem de negociações. Haverá busca de um novo patrocinador máster, já que a Caixa Econômica Federal sairá das camisas dos grandes clubes, segundo declarações do presidente eleito, Jair Bolsonaro. O contrato atual rende R$ 12 milhões anuais, além de bonificações por metas atingidas.

DESPESAS Se as receitas podem ser grandes, as despesas também. Os dirigentes tentam reduzir a folha salarial, que neste ano ficou próximo de R$ 11 milhões mensais. Na Libertadores, os participantes arcam com todas as despesas, o que faz os cruzeirenses projetarem gastos grandes para ir à Venezuela, por exemplo, onde enfrentarão o Deportivo Lara.


Coelho confirma Leandro Silva

O América confirmou ontem o retorno do lateral-direito Leandro Silva, que defendeu a equipe em 2013. O jogador assinou contrato até dezembro do ano que vem e é a terceira contratação do Coelho desde o rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro – os outros são os atacantes Marcelo Toscano e Felipe Azevedo. Leandro Silva iniciou a carreira no São Caetano e, entre outros, defendeu Santos, Ituano, Figueirense e Avaí. Este ano, esteve no Ceará e no Coritiba.


Publicidade