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Atlético mais perto da Libertadores


postado em 26/11/2018 05:24

Levir convoca a torcida e promete raça
Levir convoca a torcida e promete raça "do fundo da alma" para vencer o Botafogo e confirmar a vaga (foto: LEANDRO COURI/EM/D.A PRESS - 26/10/18)


Depois da derrota para o Santos por 3 a 2, no sábado, restou ao Atlético torcer contra o Atlético-PR para que o time não deixasse o G-6, que dá vaga à Libertadores. E deu certo: o Furacão ficou no empate por 2 a 2 com o Ceará, em Curitiba.
Com 56 pontos, contra 54 do rival, que vai encarar o Flamengo, o Atlético agora precisará confirmar a classificação diante do Botafogo, domingo, no Independência. A equipe carioca, na faixa intermediária da tabela, enfrenta o Paraná hoje, no Engenhão.

Os paranaenses atuaram com reservas. Na quarta-feira, eles decidem a vaga para a final da Sul-Americana contra o Fluminense, no Maracanã, depois de terem vencido o primeiro duelo por 2 a 0, em Curitiba. O campeão do torneio (a final será contra Santa Fé ou Junior Barranquilla, ambos da Colômbia) garante presença na Libertadores.

Para o técnico Levir Culpi, o apoio das arquibancadas será fundamental diante do Botafogo. “Vamos nos reunir com a torcida, vamos encher o estádio, ter humildade, vamos para cima dos caras e tentar vencer”, afirmou o comandante alvinegro.

Ele antecipou que não faltará luta. “Vamos dar tudo que nós temos e tudo que demos durante o ano todo. Vamos jogar com a raça que temos do fundo da alma. É o nosso último jogo, e nós vamos com a torcida fazer todo o possível para sair com a vitória que pode nos conduzir para uma ótima temporada no ano que vem”, projetou.

ARBITRAGEM Na derrota em Santos, Levir Culpi criticou bastante o árbitro Leandro Pedro Vuaden e considerou que o Atlético é, possivelmente, a equipe mais prejudicada do Brasileiro. Como Levir, o capitão Leonardo Silva e o vice-presidente, Lásaro Cunha, também criticaram a arbitragem. “Contei pelo menos duas penalidades que ele deixou de dar a nosso favor, além de inverter várias faltas”, acusou o zagueiro.

Para Cunha, Vuaden teria tomado decisões contestáveis. “Achamos a arbitragem um pouco estranha, para dizer o mínimo, em relação aos critérios que foram adotados. Tivemos um jogo no Independência, contra o Palmeiras, e o senhor Wilton Pereira Sampaio deu um pênalti, que num lance igual no jogo seguinte ele não deu. As entradas violentas, o senhor Vuaden não deu. Há também um pênalti claro que ele não deu. Então, é uma somatória”, atacou.

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