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Enquanto chorava, a plateia aplaudiu o presidente eleito. “Quem passou pelo que passei, nesses últimos anos, e está aqui agora, é a certeza de que Deus existe”, completou.
O presidente eleito ainda disse que sabe o "quanto custou" aos brasileiros a "espera para reconquistar a democracia no pais". Segundo ele, todos os esforços serão feitos para honrar o compromisso que assumiu durante a campanha presidencial.
Participaram da mesa oficial da solenidade autoridades do Judiciário, Executivo e Legislativo. Mais de mil pessoas foram convidadas e 280 confirmaram a presença.
Entre os convidados estiveram os ex-presidentes Dilma Rousseff, José Sarney, o presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira, o presidente do Senado Rodrigo Pacheco, deputados e senadores, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), membros do governo de transição e familiares dos eleitos, como a esposa de Lula, Janja Silva, e de Alckmin, Lu Alckmin.
Solenidade de Diplomação
A diplomação é a cerimônia em que a Justiça Eleitoral atesta que os candidatos foram efetivamente eleitos pelo povo e, por isso, estão aptos para assumirem seus cargos. A posse de Lula e Alckmin ocorrerá no dia 1º de janeiro de 2023.
O prazo final para a diplomação é sempre 19 de dezembro. Mas, a pedido da equipe de Lula, o TSE marcou a cerimônia para uma semana antes. O motivo de acelerar essa etapa seria tentar arrefecer os movimentos de contestação da eleição liderados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que protestam em frente aos quartéis em vários estados do país.