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Estado de Minas PROTESTOS

Bolsonaristas mantêm ato na Raja Gabaglia mesmo debaixo de chuva

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro protestam no local pelo 12° dia consecutivo e causam transtornos na região


11/11/2022 19:33 - atualizado 11/11/2022 20:50

Manifestantes usam capas de chuva durante o protesto
Manifestantes continuam em frente à Companhia de Comando da 4ª Região Militar mesmo com chuva (foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
Nem mesmo a chuva que cai em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (11/11), atrapalhou os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) que protestam em frente à Companhia de Comando da 4ª Região Militar, localizada na Avenida Raja Gabaglia, Região Centro-Sul da capital. Os manifestantes estão no local há doze dias e protestam contra o resultado das eleições de 2022 que deram a vitória a Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

 


No final da tarde, poucas pessoas participavam do ato. Muitas estavam usando capas e guarda-chuvas. Afirmavam que não deixariam o local por causa da chuva e tinham esperança de que o protesto surtiria o efeito desejado: a intervenção do Exército no resultado da eleição. 

O trânsito no local era lento, mas não havia interdição das pistas. 

Transtornos


As manifestações na avenida têm causado transtornos para moradores e pessoas que trabalham na região. O trânsito fica lento em determinados horários do dia e há relatos de dificuldade para acessar o Hospital Madre Teresa, que é vizinho do local. 

As aulas no Colégio Maria Clara Machado, localizado na avenida, têm sido prejudicadas pelo barulho provocado pelos manifestantes, segundo o diretor da instituição, José Donizetti dos Santos. A diretoria do colégio fez um pedido ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para tornar as aulas remotas enquanto as manifestações continuarem. 

Punição ampliada


Ainda nesta sexta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu ampliar para todo o Brasil as punições e medidas tomadas contra empresários de transporte e empresas que financiam bloqueio de estradas e vias públicas com o objetivo de contestar o resultado da eleição presidencial. 

Moraes havia tomado uma decisão nesse sentido para o Distrito Federal na quinta-feira (10/11). O ministro ainda estendeu a decisão de desbloqueio para as vias públicas em cidades, além de determinar multa aos financiadores que garantem a infraestrutura dos atos, como instalação de banheiros químicos, barracas e alimentação. 


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