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Estado de Minas LEVANTAMENTO

Reprovação do governo Bolsonaro vai a 52% nas redes sociais

Pesquisa indica que rejeição ao governo aumentou; apenas 24% acham o presidente bom


12/11/2021 18:38

O presidente Jair Bolsonaro
Nome do presidente Bolsonaro esteve envolvido em muita polêmica nas redes (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Terreno no qual o presidente da República está acostumado a surfar, as redes sociais mostram aumento da rejeição ao governo, segundo pesquisa da ModalMais com a AP Exata. O total de pessoas que avaliam a atual gestão como ruim ou péssima nesta sexta-feira (12/11) é de 52%. Outras 24,4% consideram o governo bom ou ótimo e 23,6% o avaliam como regular.
 
Nem tudo, porém, é notícia ruim para Bolsonaro, ressalta a pesquisa. As menções positivas ao presidente tiveram uma semana de recuperação e aumentaram quatro pontos percentuais. Nesta sexta-feira, esse indicador chegou a 41%. É a primeira vez, desde 22 de outubro, que o índice ultrapassa a barreira de 40%.

O número maior de citações positivas tem a ver com o anúncio do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda que substitui o Bolsa Família, ainda que a medida esteja ligada à polêmica do estouro do teto dos gastos, que coloca as contas públicas em perigo. Os economistas não conseguiram ganhar tanta adesão ao criticarem o risco fiscal.


Filiação ao PL


O nome do presidente esteve envolvido em muita polêmica nas redes. Entre elas, a filiação dele ao PL, partido do notório Valdemar Costa Neto, preso por envolvimento no mensalão e indiciado pela Lava-Jato. Houve muitas críticas quanto à adesão de Bolsonaro a um partido do Centrão, liderado por um condenado por corrupção.

Segundo análise da ModalMais e da AP Exata, governistas evitaram o tema, “evidenciando que não existe narrativa consolidada para defender o ingresso do presidente no partido”. Os que se pronunciaram disseram que “votam no candidato e não no partido e ainda ressaltaram que Bolsonaro precisa de um partido que lhe dê autonomia, e não que apresente divergência em relação a ele, como ocorreu com o PSL”.


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