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Estado de Minas DISPUTA

Lula sobre Bolsonaro: 'Só sabe transmitir ódio cada vez que abre a boca'

O ex-presidente falou nesta terça-feira (27/7) sobre os problemas que o Brasil enfrenta, como o desemprego, e acusou o atual presidente de não se preocupar


27/07/2021 10:18 - atualizado 27/07/2021 10:39

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido)(foto: APU GOMES/ Alan Santos/PR)
Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) (foto: APU GOMES/ Alan Santos/PR)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar o posicionamento do atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Em entrevista para a rádio Difusora de Goiás nesta terça-feira (27/7), ele falou sobre problemas que o Brasil enfrenta como desemprego e acusou o chefe do executivo de não se preocupar com “o sofrimento do povo brasileiro”.

“São quase 15 milhões de brasileiros desempregados, 6 milhões já desistiram de procurar emprego, 34 milhões de trabalhadores na informalidade, 33 milhões de trabalhadores subutilizados. E não vemos um presidente da República preocupado com o sofrimento do povo brasileiro”, compartilhou Lula em sua conta do Twitter.



Ele ainda apontou que Bolsonaro prega ódio em vez de governar. “Na minha vida perdi 4 eleições. Sempre ia pra casa me preparar pra próxima... Já quem ganha tem que governar. Mas o Bolsonaro é um pregador de ódio. Só sabe transmitir ódio cada vez que abre a boca”, disse.



O petista apontou que falta diálogo no governo Bolsonaro. “Eu nunca fui presidente de mim mesmo. Era presidente do Brasil. Eu tinha um conselho que incluía desde o sem terra ao fazendeiro. E ouvia todo mundo. Hoje temos um presidente que não conversa com ninguém. Isolado. O que nós precisamos é de um presidente civilizado, humanista.”



Lula ainda ressaltou os erros do atual presidente no combate da pandemia de COVID-19. “Bolsonaro se elegeu com bravatas e as bravatas vão caindo. Ele não levou a sério a questão da pandemia, chamou de gripezinha, não respeitou a ciência, não comprou vacina. Cometeu um verdadeiro desastre sanitário que levou a quase 550 mil mortos. E um dia será responsabilizado”, disse.



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