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Estado de Minas POLÍTICA

ALMG elege comando da Comissão de Ética e vai analisar caso Bartô

Comissão terá pela frente a análise do caso do deputado estadual Bernardo Bartolomeu (Novo), o Bartô, envolvido em polêmica no início do mês


12/05/2021 17:47 - atualizado 12/05/2021 19:29

Ulysses Gomes (PT) foi escolhido o presidente da Cmissão de Ética(foto: Willian Dias/ALMG )
Ulysses Gomes (PT) foi escolhido o presidente da Cmissão de Ética (foto: Willian Dias/ALMG )
 
A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) elegeu em reunião, na tarde desta quarta-feira (12/05), o comando da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. Foram eleitos para o cargo de presidente o deputado Ulysses Gomes (PT) e, para o cargo de vice-presidente, o deputado Hely Tarqüínio (PV).

Além dos dois, a audiência contou com a presença dos deputados André Quintão (PT), Cássio Soares (PSD), Gustavo Valadares (PSDB), Roberto Andrade (Avante) e Arlen Santiago (PTB). 

A comissão terá pela frente o caso do deputado estadual mineiro em primeiro mandato Bernardo Bartolomeo, o Bartô, do partido Novo. O parlamentar, envolvido em polêmicas desde o início do mandato, presenciou no dia 1º de maio a prisão de um homem suspeito de atirar ovos em manifestantes bolsonaristas durante passeata em BH.

Na ocasião, enquanto o suspeito era detido em seu apartamento, em um edifício da Avenida Afonso Pena, no Centro da capital, Bartô acompanhou a ação no corredor do prédio, ao lado de testemunhas do suposto ataque. O partido Novo se posicionou dizendo que a postura do deputado foi “deplorável” e “vergonhosa”.

“A atitude de Bartô, deputado estadual de Minas Gerais, é vergonhosa e completamente incompatível com a de um servidor público, especialmente do Novo, partido que foi fundado para transformar o Brasil em um país admirável. O Diretório Nacional já tomou as medidas cabíveis junto à Comissão de Ética Partidária para punir adequadamente este ato deplorável, que desrespeita o Estado de Direito, a Constituição e o Estatuto do Novo”, informou o partido em nota.

Diante disso, Bartô deve ser expulso do partido. Na última quinta-feira (6/5), a Executiva Nacional do Novo anunciou que vai punir o deputado. O caso foi repassado à Comissão de Ética Partidária.

A definição do futuro do parlamentar deve ser rápida, pelo fato de ter poucos processos em análise pelo comitê.

Na Comissão de Ética, Bartô poderá apresentar sua versão dos fatos e recorrer caso a decisão seja contrária. Uma das alegações do deputado é que a manifestação bolsonarista não versava apenas sobre pautas antidemocráticas, mas também tratou de temas defendidos por ele, como o voto impresso.


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