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Estado de Minas 'PRESIDENTA, I LOVE YOU'

Bolsonaristas usam vídeo de Ludhmila Hajjar com Dilma para atacar médica

Médica cardiologista foi cotada para assumir o Ministério da Saúde no lugar de Eduardo Pazuello, mas recusou o convite do presidente


16/03/2021 14:40 - atualizado 16/03/2021 15:34

Nas imagens, ao lado de Ludhmila, o médico cardiologista Roberto Kalil Filho também aparece tocando um saxofone(foto: Redes Sociais/Reprodução)
Nas imagens, ao lado de Ludhmila, o médico cardiologista Roberto Kalil Filho também aparece tocando um saxofone (foto: Redes Sociais/Reprodução)
Nos últimos dias, um vídeo que mostra a cardiologista Ludhmila Hajjar cantando e tocando violão para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) viralizou nas redes sociais. A médica recusou o convite do presidente jair Bolsonaro (sem partido) para assumir o Ministério da Saúde no lugar de Eduardo Pazuello.
 
 
O vídeo vêm sendo utilizado por bolsonaristas para atacar a médica. Em textos que circulam nas redes sociais, extremistas chamam a cardiologista de “petista” e “comunista”.

Nas imagens, ao lado de Ludhmila, o médico cardiologista Roberto Kalil Filho também aparece tocando um saxofone. Os dois cantam a música “Amor I Love You” para a ex-presidente.

“Presidenta, i love you”, declara Ludhmila no vídeo.



Dilma já foi paciente de ambos os médicos. Eles também já trataram Paulo Maluf (Progressistas), José Sarney (MDB), José Serra (PSDB), Michel Temer (MDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, também foram tratados por Ludmila.


Ameaças

 

Depois de confirmar que recusou o convite do presidente para assumir o Ministério da Saúde, Ludhmila Hajjar afirmou que sofreu ameaças de morte após ter sido cotada para o lugar do atual ministro Eduardo Pazuello. A médica desconsiderou o convite de Bolsonaro, após discordâncias de pensamento.

"Eu recebi ataques, tentativa de invasão no hotel que eu estava, ameaças de morte, fui agredida com áudios e vídeos falsos. Mas estou firme e forte aqui. Hoje volto para São Paulo para continuar a minha missão, que é ser médica. Estou à disposição do meu país e vou continuar atendendo pessoas da direita e da esquerda", contou a médica durante a entrevista à CNN Brasil.

Leia: Ludhmila Hajjar recusa convite para assumir o Ministério da Saúde

De acordo com a médica, ela nunca declarou uma posição política e que o seu partido é o "Brasil". 

 



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