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Estado de Minas

Indicação de Eduardo para embaixada dos EUA pode ser feita ainda hoje

Com o aval do parlamentar em mãos, o ministro Ernesto Araújo e a equipe técnica do Itamaraty irão formalizar a mensagem a ser encaminhada ao Senado, que ainda precisará da assinatura de Bolsonaro


postado em 09/08/2019 08:45 / atualizado em 09/08/2019 12:04

(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/01-02-2019)
(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/01-02-2019)

O presidente Jair Bolsonaro vai encaminhar ao Senado nos próximos dias a mensagem que oficializa a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) à embaixada brasileira nos Estados Unidos, em Washington. A condução do pedido está dependente apenas de uma reunião que ocorrerá nesta sexta-feira entre o parlamentar e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Há a possibilidade de o processo ser feito ainda nesta sexta-feira, mas o chefe do Executivo federal garantiu não estar com pressa.
Com o aval do parlamentar em mãos, Ernesto e a equipe técnica do Itamaraty irão formalizar a mensagem a ser encaminhada ao Senado, que ainda precisará da assinatura de Bolsonaro. “Sim”, respondeu Bolsonaro sobre a reunião ser preponderante para o desfecho da indicação. “Por coincidência, acho que foi o Eduardo que apresentou o Ernesto. Agora, o Ernesto está apresentando o Eduardo”, destacou. 

Mesmo com a possibilidade da mensagem ficar pronta nesta sexta, Bolsonaro disse não ter pressa em oficializar a indicação ao Senado ainda hoje. “Não tem tanta pressa não. Pode ser segunda-feira, terça. Traz lá pra mim o papel que eu assino”, declarou. O desfecho para a formalização estava dependente apenas do retorno, por parte dos Estados Unidos, do pedido de agréement feito pelo Itamaraty ao governo norte-americano, uma espécie de consulta diplomática. 

O pedido foi aceito e respondido de punho próprio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. "(O agréement) veio com um texto diferente. Fico muito feliz aí e tenho certeza que os laços de amizade serão potencializados”, declarou Bolsonaro, explicando em seguida o que quis dizer com “diferente”. “(Veio com) linguajar pessoal do presidente. Pessoal, do próprio punho do Trump. Se ele autorizar, eu passo para vocês (imprensa)”, afirmou. 


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