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Estado de Minas POLÍTICA

Alcolumbre: Congresso está conciliado com vontade do povo que elegeu Bolsonaro

Ele também fez acenos ao presidente, dizendo que não tem dúvidas de que Bolsonaro 'busca mais acertar do que errar'


postado em 18/07/2019 19:21 / atualizado em 18/07/2019 20:34

(foto: José Cruz/Agência Brasil)
(foto: José Cruz/Agência Brasil)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta quinta-feira, 18, que a Nova Previdência é "importantíssima" para ajustar as contas públicas. Durante cerimônia de celebração dos 200 dias do governo Jair Bolsonaro, Alcolumbre fez um agradecimento aos deputados por terem aprovado o texto-base da reforma em primeiro turno na Câmara.

Segundo Alcolumbre, o Congresso está "conciliado com a vontade do povo que elegeu Bolsonaro". Ele também fez acenos ao presidente, dizendo que não tem dúvidas de que Bolsonaro "busca mais acertar do que errar".

"Só o fortalecimento das instituições, do Poder Judiciário, Legislativo e Executivo. Só assim poderemos dizer que vivemos em democracia consolidada e que estamos cumprindo esse papel. Parlamento estará à disposição para ajudar a construir esse País. Minha missão aqui hoje é estender a mão para o Executivo", discursou Alcolumbre.

Ele defendeu que a população "necessita desse caminho e dessa construção para o Brasil que Bolsonaro busca e nós queremos". "A votação da Reforma da Previdência é esse sinal. Um abraço deputados, eu agradeço", disse. "Fiz questão de estar aqui porque é uma data importante para um governo que constrói e que busca todos os dias acertar", elogiou.

Brincadeira


Na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro ironizou a cor da gravata do presidente do Senado. "Apesar da gravata rosa, ele (Alcolumbre) ainda é meu amigo", disse rindo. Em seguida, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, "agradeceu" Alcolumbre por usar uma gravata "em sua homenagem".

Em janeiro, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, se envolveu em polêmica ao dizer que "menino veste azul e menina veste rosa". Posteriormente, ela afirmou que a declaração era uma metáfora contra a ideologia de gênero.

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