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Estado de Minas POLÍTICA

Membros de PT, PSOL e MBL criticam suspensão de investigação sobre Queiroz

O pedido foi solicitado pela defesa de Flávio, senador eleito e filho mais velho de Jair Bolsonaro


postado em 17/01/2019 14:58 / atualizado em 17/01/2019 15:32

Queiroz fez movimentações financeiras atípicas. Investigação foi suspensa temporariamente pelo STF(foto: Reprodução/SBT)
Queiroz fez movimentações financeiras atípicas. Investigação foi suspensa temporariamente pelo STF (foto: Reprodução/SBT)

A decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender as investigações sobre movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), e de outros assessores da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), foi criticada no Twitter por parlamentares membros do PT, do PSOL e do Movimento Brasil Livre (MBL). O pedido foi solicitado pela defesa de Flávio, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.

Presidente nacional do PT, a senadora e deputada federal eleita Gleisi Hoffmann (PR) mostrou indignação com a decisão anunciada no começo da tarde desta quinta-feira, 17. "Muito grave a notícia de que o Supremo suspendeu a investigação sobre o caso. Os pesos e medidas são muito diferentes. Para Lula, basta convicção, para os Bolsonaros nem documento público é considerado", afirmou a petista.

Kim Kataguiri, uma dos principais líderes do MBL, escreveu que o pedido "cheira muito mal". "Entrar com pedido para ser investigado em foro especial é, no mínimo, suspeito", afirmou o deputado federal eleito do DEM-SP.

O senador Humberto Costa (PT-PE) questionou se a situação vai terminar sem resolução. "Até hoje, MP sequer conseguiu ouvi-los. Vai acabar tudo em pizza?", escreveu em seu Twitter.

O ex-presidenciável Guilherme Boulos (PSOL) ironizou a declaração do deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) feita ano passado de que, para fechar o Supremo Tribunal Federal, bastaria um soldado e um cabo. "STF acaba de suspender a investigação de Queiroz a pedido de Flávio Bolsonaro. O cabo e o soldado já entraram no STF", disse.


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