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Estado de Minas

Apenas metade dos eleitores brasileiros na Argentina vai às urnas

A votação na Argentina ocorre no mesmo horário do Brasil, das 8h às 17h. Os resultados das eleições lá são acompanhados com atenção e preocupação


postado em 07/10/2018 08:38 / atualizado em 07/10/2018 08:42

Buenos Aires(foto: EFE/David Fernández/Direitos reservados)
Buenos Aires (foto: EFE/David Fernández/Direitos reservados)


Na Argentina, há 7.661 eleitores brasileiros habilitados a votar. Porém, pela tendência das eleições de 2014, apenas metade deve ir às urnas. Foram preparados três locais de votação: na Embaixada do Brasil, em Buenos Aires, e nos consulados brasileiros em Mendoza e Córdoba.

A votação na Argentina ocorre no mesmo horário do Brasil, das 8h às 17h. A previsão é de que os resultados dos votos de brasileiros residentes em cidades argentinas sejam conhecidos a partir das primeiras horas da noite.

Os resultados das eleições na Argentina  são acompanhados com atenção e preocupação. O país vizinho vê no Brasil seu principal sócio comercial e qualquer decisão tomada pelo futuro governo pode afetar os argentinos.

A Argentina enfrenta recessão e depende da retomada do crescimento da economía  brasileira. Nos últimos meses, o governo de Mauricio Macri pediu empréstimos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e, em troca, terá de adotar uma série de medidas na área econômica e fiscal.

Imprensa


Os principais veículos da imprensa argentina destacam as eleições no Brasil. O La Nación publica um longo artigo, dando um panorama geral das votações, do eleitorado e das tendências, intitulado “Sonho de ser potência total ao trauma sem fim”.

Também no La Nación há um perfil do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro cujo título é “Ex-militar que contabilizou a descontentação com um discurso extremo”.

O Clarín, na primeira página, destaca os dois candidatos à Presidência que aparecem nos primeiros lugares nas pesquisas de intenções de voto - Jair Bolsonaro e Fernando Haddad (PT).

As reportagens no Clarín citam a liderança de Bolsonaro e sua tendência de ampliação, enquanto mencionam Haddad com preocupação em relação a eventuais sabotagens

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