Conhecidos por casos de polícia como derrubar sites, divulgar mensagens em páginas de partidos e roubar dados de usuários na internet, os hakers podem ter lugar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. E entrando pela porta da frente. Anúncio colocado na rede por um deputado estadual pede um profissional desses para atuar em seu gabinete no Legislativo.
O parlamentar diz que vai montar uma equipe especializada para combater a pedofilia e está disposto a pagar de R$ 2,5 mil a R$ 2,8 mil a duas pessoas para atuarem como hackers. Sobre o fato de a investigação de pedófilos não ser uma atribuição parlamentar, Noraldino explica que seu objetivo é fazer a ponte com as autoridades.
Em maio deste ano, um grupo de pedófilos foi preso em São José do Rio Preto, São Paulo, com a ajuda de um hacker, que invadiu computadores suspeitos e entregou as informações para a polícia. A operação ficou conhecida pelo nome “hacker do bem”.
