Após a pausa na sessão que julga o caso mensalão - Ação 470 -, a primeiro a falar foi a defesa de Geiza Dias, ex-funcionária de Marcos Valério. O advogado Paulo Abreu e Silva, sustentou a argumentação dizendo que Geiza não tinha poder de decisão sobre as funções que executava na agência. De acordo com Abreu e Silva, a cliente dele apenas cumpria ordens e que era uma funcionária de terceiro e quarto escalão. “Ela era uma funcionária mequetrefe”, afirmou. O advogado ainda argumentou que ela era uma “moça pobre” e que era subordinada a Simone Vasconcelos – que também é ré no processo. “A função dela era bater cheques”, disse.
Ao pedir a absolvição de sua cliente, o advogado disse que a "moça" foi escorraçada pela família, mudou-se de Belo Horizonte para Goiânia, "porque a mancha era muito grande". "O procurador tem que sustentar esse monstrengo jurídico", criticou. Paulo Abreu e Silva usou apenas a metade do tempo máximo que tinha para a sustentação oral.
