Rafael Moia Filho
Bauru – SP
"Este ano, apenas nos primeiros seis meses sete pessoas foram mortas em brigas ou emboscadas promovidas por bandidos travestidos de torcedores de futebol. Em SP, onde o efetivo das policiais chega muito próximo do déficit de 37 mil em seus efetivos, como esperar segurança efetiva antes, durante ou depois das partidas ou eventos?
Os promotores, gênios da raça, acreditam que torcida única, proibição de bandeiras e outras baboseiras paliativas são soluções para evitar crimes envolvendo torcidas. O que resolve é um combo de medidas que envolve educação + policiamento ostensivo e constante Polícia Civil e Militar com tecnologia de ponta punições rigorosas para os criminosos presos, julgados e condenados.
Qualquer outra medida vai prolongas os atos de assassinatos impunes como o da torcedora de 23 anos que foi atingida no pescoço por uma garrafa arremessada numa briga entre palmeirenses e flamenguistas."
