José Pedro Naisser
Curitiba
“Mais uma vez, podemos ver a ação dos governos que agem para incentivar o segmento que mais cresce no mundo, a indústria das armas e do material bélico, dos dois lados. Iniciado pelo presidente russo Vladimir Putin, com a ajuda da China, contra a Otan, quando o ponto principal é a Ucrânia. Os americanos também insistem na fabricação de armas. Para que a indústria da guerra prospere, vale tudo: teoria da conspiração, ameaças de invasão da Ucrânia – para os mais catastrofistas, está aí o chamado para a Terceira Guerra Mundial.
Que bom que todos os governantes se unissem em favor do meio ambiente, para combater as mudanças climáticas e o aquecimento global. Eles fracassaram na COP-26, na Escócia, cedendo na última hora à decisão de banir a matriz energética do carvão em todo o mundo. Não conseguiram e a degradação da natureza e da vida continua, como na nossa Amazônia. Diariamente, são mostrados os milhares de incêndios na floresta, que arde em chamas.
Poucos se deram conta, mas a natureza irá agir muito antes dos governantes pela marcha da insensatez, porque agirá em legítima defesa, negando a água aos humanos insensatos, que insistem em fazer a guerra para depois buscarem a paz. Gandhy e Luther King teriam agido de forma diferente, diriam que se evite a guerra para manter a paz. Como eles não estão mais entre nós, vamos aguardar os resultados da poderosa indústria das armas e do material bélico, situação a qual não teremos vencedores, mas, sim, o fim da espécie humana e das ações dos maus governantes, que insistiram na guerra. Com tristeza pelas gerações futuras e a nossa biodiversidade.”
