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Estado de Minas INTERESSES

Críticas à atuação dos governantes


postado em 29/10/2019 04:00

Hernani José de Castro
São Gonçalo do Rio Abaixo – MG   

"O Brasil deve ter em seu solo vários 'sapos' enterrados com suas bocas costuradas. Nunca teve quem o administrasse com olhos voltados socialmente em prol do país. Preservam a época das 'capitanias hereditárias', todos alcunhados de 'capitão-mor'. A degringolada começou na primeira eleição presidencial, após a 'despedida' dos portugueses. Rui Barbosa, neste caso, foi o primeiro 'Bolsonaro', coitado, sendo afastado de sua vitória pelos FMIs inglês e francês, pois o Brasil já tinha dívidas com esses dois países. Rui Barbosa, crente de sua vitória, esteve palestrando com esses europeus sobre o valor dos juros cobrados. Daí, sabendo da intenção nacionalista do candidato, derramou seus 'numerários' no opositor, no intuito de continuar mamando no nosso país. Assim, desde aquela época, os grandes agricultores, donos de cafezais e outros produtos agrícolas, começaram a 'dirigir' os presidentes brasileiros, com raríssimas exceções, e até os tempos atuais representam a maior bancada no Congresso. Poucos representantes do povo são lobistas e aí está o desgaste econômico e desenvolvimentista. Os grandes partidos, há tempos, são os 'nanicos', pois criados de mãos dadas e subservientes dos grandes. A barreira construída por eles é o dito de que 'quem está dentro não sai, quem está fora não entra'. Para fazer arte da 'corte', tem de ter padrinho bem forte e caráter equivalente. Quando tivemos a vitória na última eleição, o resultado está 'fincado' nos 'membros das casas legislativas, Ministério Público (MP) e, principalmente, no Supremo Tribunal Federal (STF), todo dominado por 'inventores'. Mas pode piorar quando cidadãos, como alguns artistas e apresentadores, correm atrás de uma cadeira milionária."

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