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Estado de Minas

Espaço do leitor


postado em 14/03/2019 05:04

DENGUE
Mato alto toma conta de
terreno de subestação


Otacílio Lage
Belo Horizonte


"Os casos de dengue pipocam, tanto em Belo Horizonte quanto no interior de Minas. O poder público pede à população para que mantenha quintais, lotes vagos e áreas verdes de empresas sempre limpos. Por isso, é inconcebível que uma empresa estatal, caso da Cemig, deixe o terreno de uma de suas subestações na capital cheio de mato alto. O local fica no Bairro Sagrada Família, Região Leste, margeado pelas ruas Conselheiro Lafaiete e Santo Agostinho."


CARTÓRIOS
Sugestão para agilizar
serviços e gasto menor  


Eduardo Contin Gomes
Belo Horizonte


"Minha esposa é assinante do jornal Estado de Minas há muitos anos. Sou leitor habitual do jornal. Li, recentemente, mais um comentário, aliás ótimo, sobre os serviços prestados por nossos cartórios. Levando em consideração a qualidade do serviço prestado, preços cobrados e o pior, a burocracia instalada no Brasil, dando fomento para que os cartórios vivam, financeiramente, muito bem, gostaria de externar a minha solidariedade e dar uma sugestão em consonância ao descrito por Marita Arêas de Souza Tavares, que foi publicado no dia, 8/3. Reconheço que, às vezes, é necessário passarmos por cartórios, sim, mas temos que discernir sobre o que é realmente essencial e o que pode ser solucionado em bom termo para todos os envolvidos, principalmente sem despesa extra. Diante de muitas exigências, às vezes bem descabidas, pelo menos duas delas os cartórios poderão solucionar sem custo extra. É o caso da atualização das certidões de nascimento e casamento com datas antigas. Sendo pedida a atualização, o cartório fará a conferência da certidão apresentada pelo interessado com os registros correspondentes em seus arquivos e, se for encontrado tudo igual, ou seja, não houve nenhuma alteração no registro original, que o cartório aponha um carimbo com os dizeres 'confere' no documento apresentado, ficando, assim, validado todo o seu conteúdo. Essa despesa de conferência poderá ser absorvida pelos cartórios sem maiores prejuízos às suas atividades. Notadamente que, se houver qualquer alteração em relação ao descrito no documento apresentado e o que foi encontrado nos registros cartoriais, ficaria justificada a cobrança específica. É um pequeno procedimento que já facilitaria a vida para muitos cidadãos."

 

MINERADORA
MG pode se tornar a
vergonha nacional

Tânia Borges da Costa
Belo Horizonte


"Acompanhando toda a tragédia que se abateu sobre as cidades de Brumadinho e Mariana nesses últimos tempos, comecei a questionar sobre esses acontecimentos. Qual a diferença culposa entre dois casos? Um jogador de futebol que mandou matar a mãe do seu filho e consumiu com seu corpo de forma brutal, o que chocou todo o país, ou executivos de diferentes escalões, pessoas bem formadas, informadas, conhecedoras de suas tarefas profissionais, dos perigos que rondavam seus colegas funcionários, fornecedores da população de Brumadinho, nada fizeram para evitar a maior tragédia humana entre nós conhecida? Da mesma forma, continuam ilesos os profissionais da Samarco que provocaram, com seu desprezo, a maior tragédia ambiental da história da mineração brasileira e, talvez, mundial. Quem é o maior culpado? O jogador de futebol ou a Samarco e a Vale? Ambos agiram de forma premeditada e culposa. E agora, como ficam os atingidos? No caso de Mariana, nada foi efetivamente resolvido. Só promessas. No caso de Brumadinho, a população sofre com doenças transmissíveis, perda de renda e patrimonial, sem contar com a perda e separação 'intercorpus'. Mães que perderam seus filhos, filhos que não verão mais seus pais e vidas que se foram, não deixando nem o testemunho dos seus corpos físicos. É fácil perceber que os crimes cometidos pela Vale são infinitamente mais graves. Isso posto, e tendo em vista o panorama ora apresentado, concluo que a ineficiência do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), do governo de Minas, da Assembleia Legislativa, criados para prover o bem comum, carecem de recursos ou meios legais para dar um basta nessas situações. Ou Minas Gerais será um exemplo de barragens inundando municípios indefesos? Tantos órgãos, mas nenhuma providência. As vítimas reclamam por direitos e aguardam a Justiça, enquanto a Vale se julga sem culpa. Essa mineradora se sobrepõe à nossa Justiça e aos nossos governantes. A população das áreas mineradas se sente desprestigiada e nosso estado terá uma queda significativa em sua renda, tornando-se a vergonha do Brasil."


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