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Estado de Minas

Espaço do leitor


postado em 19/01/2019 05:02

questionamento
Leitor usa crônica para
falar de posse de arma

Fábio Moreira da Silva
Belo Horizonte

"'O senador ainda estava na cama, lendo calmamente os jornais, e eram 10h. Súbito, ouve a voz do netinho de 4 anos por detrás da folha aberta, bem junto de sua cabeça: ‘Vovô, eu vou te matar’. Abaixou o jornal e viu, aterrorizado, que o menino empunhava com as duas mãos o revólver apanhado na gaveta da cabeceira'. O trecho acima dá início à crônica ‘O revólver do senador’, escrita pelo mineiro Fernando Sabino (1923-2004), em uma narrativa que demonstra não só as agruras de um avô, mas o medo e a insegurança ao tentar se desvencilhar da mira de um revólver o qual o próprio neto empunhava nas mãos. Pois bem, deixando a literatura de lado, vamos à nossa realidade atual. Em matéria de capa intitulada 'Pátria armada', o jornal Estado de Minas noticiou o primeiro decreto do governo de Jair Bolsonaro, no qual, pelo texto, cidadãos brasileiros com mais de 25 anos que não foram condenados criminalmente ou respondem a processos poderão comprar até quatro armas. O decreto tratou apenas da posse de armas, mas o presidente já sinalizou com a futura flexibilização das regras para porte de armas. Na própria matéria, uma pergunta e várias polêmicas acerca desta medida: seria ela um tiro no escuro? Especialistas contra a novidade apontam, em reportagem, o fato de a liberação de mais armas ser um gatilho para mais crimes, em um país com grandes problemas culturais e sociais, como conflitos de vizinhanças, conflitos em bares, em festas, em questões de sociabilidade doméstica. Já as dúvidas gravitam em torno de uma dicotomia gerada pela certeza do Estado de que as taxas de homicídio no país favorecem a posse de armas. Mais armas nas ruas diminuiria a criminalidade ou seria a causa de mais crimes? Lembrando, claro, que em 2005, em plebiscito, 63% da população votou a favor do comércio de armas, sendo este referendo negado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Recentemente, devido à liberação de armas fazer parte do programa de campanha do novo presidente eleito, não estaria a população referendando um desejo anterior? Voltando ao texto de Sabino, deixo a curiosidade do fim da trama à busca pela crônica. Nela há um trecho da narrativa que serviria à reflexão de todos, sejam a favor, sejam contra a medida."

DESARMAMENTO
Discurso antiarmas
petista é contestado

Silvio Natal
São Paulo

"Há algum tempo, correu na internet a fábula, expressa num meme, em que duas leoas espreitavam um porco-espinho, mas sem coragem para atacá-lo. Em uma delas constava o bicho a desarmar-se para 'vivermos em paz'. Ao ouvir um 'não' do porquinho, a outra resmungava: 'Porco-espinho fascista!'. Essa bem-humorada crítica aos desarmamentistas veio-me à mente ante a última pataquada da presidente do PT, Gleisi Hoffmann. A referida decidiu vergastar o
recém-editado decreto de flexibilização da posse de armas de Bolsonaro publicando, nas redes sociais, a foto de uma suposta moradia em cuja parede uma faixa anuncia 'residência livre de armas' e '#Lulalivre'. O discurso anti-armas petista é, como de hábito, hipócrita. Senão, por que falariam em 'pegar em armas' para defender Lula da prisão e Dilma do impeachment, como se fartaram de fazer? Ademais, Gleisi apoia com unhas e dentes o ditador venezuelano Nicolás Maduro, e todos sabem que o chavismo desarmou a população, ao mesmo tempo em que armou milícias 'bolivarianas' e coletivos de sustentação ao regime com centenas de milhares de fuzis automáticos importados, um contingente fiel, muito bem equipado, para qualquer eventualidade. E assim Maduro se mantém no poder, apoiado pelo PT, certo de que o povo não tem a menor chance de mudar os rumos interditados da política naquele país. O que a esquerda quer, lá e cá, é o mesmo, o povo desarmado e todo poder ao Estado."

 

 

em.com.br

 

Senadores gastaram R$ 21 milhões com viagens, restaurantes e combustível
"Enquanto você e eu trabalhamos, esses aí nos roubam."
Alex

"Fico imaginando, nos meus devaneios: 1) vender todos os prédios públicos, que são inúteis e dispendiosos; 2) diminuir drasticamente o número de parlamentares e de assessores; 3) lacrar e vender o prédio do STF; 4) exonerar todos os rábulas do STF e do TSE, com abertura de concurso público."
Gilberto Rocha

"Já prestaram atenção aos discursos deles e dos juízes quando se trata das nossas remunerações e dos nossos direitos?"
José Alves da Silva Neto

"Meus tributos usados para isso?"
Fernanda Dias

Governo evita dar detalhes da reforma da Previdência para garantir votos
"Os detalhes serão passados em Davos, para os investidores, assim eles poderão, freneticamente, fazer as contas de seus exorbitantes lucros futuros com os seus planos de capitalização colocados para os brasileiros. Depois de 40 ou 50 anos de pagamentos, os brasileiros, já bem velhinhos, descobrirão que a sua poupança foi engolida pelo 'mercado', isto é, não teve um rendimento satisfatório."
Observador do Norte

"Não tem como atender a todos e fazer muitas mudanças, então espero que os deputados coloquem a mão na consciência e aprovem a reforma sem apelar para o corporativismo... Se houver necessidade de revisão daqui a 5, 10 ou 15 anos, que seja, mas o país precisa fazer o ajuste fiscal e respirar. Se ficarem travando a aprovação da reforma, estaremos todos lascados."
Felipe Antunes


facebook.com

'Houve erro de comunicação', afirma deputada do PSL sobre visita à China
"Combatem o comunismo mas aceitaram a visita à China paga pelo Partido Comunista chinês. Eu hein?"
Carlos Ferreira

Pulo na Pampulha que viralizou era desafio por dois combos de cerveja
"Se foi criado pela avó e mora em apartamento, já pode marcar o velório e a missa. Mas, se nasceu na roça, andou descalço, jogou bola na chuva, passeou nas enxurradas, pegou bicho de pé, não tem celular, pode ficar tranquilo que está imune às bactérias."
Marco Santos

"Nossa, será que ele sabe que vários esgotos deságuam ali?"
Olga Pereira Rodrigues 


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