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O profissional que o mercado busca


postado em 10/01/2019 05:04

O dia de hoje marca os 73 anos de criação do Senac no Brasil e na maioria de seus estados, incluindo Minas Gerais. Nesta data, o então presidente Eurico Gaspar Dutra autoriza a Confederação Nacional do Comércio a instalar e administrar escolas de aprendizagem profissional comercial em todo o país. Começa, ali, uma história que se funde com o próprio desenvolvimento do Brasil.

Nessas mais de sete décadas, diversas gerações tiveram acesso a uma educação em permanente diálogo com o mercado e, nessas interações, descobriram suas vocações, ressignificaram suas carreiras, estimularam seu espírito empreendedor e, acima de tudo, tornaram-se cidadãos com posicionamentos mais críticos frente às demandas sociais.

Muitos acontecimentos marcaram o cenário da educação no Brasil nesse período. Profissões deixaram de existir, algumas se reinventaram e outras surgiram a partir de tecnologias apropriadas por um mercado em constante transformação. Em 1948, por exemplo, no primeiro curso de vendas lançado em Belo Horizonte, utilizavam-se técnicas americanas de faturamento, caixa e estoque. Hoje, esse profissional precisa atuar mais próximo ao cliente, oportunizando uma experiência de consumo que se estende ao pós-venda.

O mercado quer profissionais competentes em propor soluções, que atuem com autonomia, ética e de forma colaborativa. Na esteira das mudanças, estamos conhecendo novas possibilidades de ambientes de aprendizagem, materiais didático-pedagógicos, além da absorção ampla de tecnologias de informação e comunicação, como, por exemplo, as plataformas intuitivas e a nova modelagem dos cursos a distância. Evoluiu também a relação entre professores e alunos, com ambos compartilhando o protagonismo do ato educativo.

Não importa a idade ou formação dos alunos. Podem ser os jovens que iniciam a trajetória pelos programas gratuitos de aprendizagem, passando pelos que buscam uma formação técnica e chegando aos mais experientes, nas aulas de MBA. Espera-se que, ao deixar as escolas, eles cheguem mais críticos e com vivência para lidar com as situações do dia a dia de qualquer profissão. Na área de gastronomia, por exemplo, em que os chefs ganharam destaque, é necessário saber lidar com a falta de glamour e a pressão de uma cozinha, além de ter habilidades de liderança e empreendedorismo.

Em um cenário competitivo e desafiador, de inovação constante, precisamos de pessoas preparadas e confiantes. A base para esse pensar diferente está na busca por novos saberes e formas de se relacionar com o mercado e com o outro. Países como Coreia do Sul, Cingapura, China e Chile, que apostaram nessa premissa, apresentam-se hoje como novas potências. A tecnologia chega como parceira, mas a diferença ainda depende do ser humano. Está em nós a vontade de evoluir, de promover mudanças.

Os novos conhecimentos podem estar em atividades de curta duração. Workshops e cursos de formação inicial podem agregar e complementar qualquer tipo de carreira. Eles funcionam também como incentivo para desafios maiores.

Já os cursos a distância se revelam grandes parceiros para quem precisa otimizar tempo e custos. Dados recentes do Censo de Educação Superior mostram o crescimento dessa modalidade, que representa hoje mais de 18% das matrículas no ensino superior. Em 2006, o percentual era de apenas 4,2%.

Sem dúvida, a evolução do país passa pela educação. Vamos usar nossa credibilidade e reputação para continuar transformando vidas, ampliando os horizontes e oferecendo as melhores condições para a formação de profissionais cidadãos prontos para contribuir para o desenvolvimento do país que sabemos poder ser.


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