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Estado de Minas VIOLÊNCIA

"Precisava matar": jovem esquarteja irmão de 7 anos

O menino, que era autista, foi esquartejado na última terça-feira (26/9). O irmão mais velho escondeu as partes do corpo da criança e confessou o crime


29/09/2023 12:20 - atualizado 29/09/2023 12:44
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Guilherme, que confessou ter matado o irmão, já posou com máscara semelhante a usada por atiradores no massacre a um escola de Suzano
Guilherme, que confessou ter matado o irmão, já posou com máscara semelhante a usada por atiradores no massacre a um escola de Suzano (foto: (Reprodução/Twitter))

Um menino de 7 anos foi esquartejado na última terça-feira (26/9), na Zona Sul de São Paulo. As partes do corpo dele foram encontrados por policiais debaixo da cama do irmão mais velho, que confessou o crime. O paulista Guilherme França de Alcântara, 19 anos, afirmou à Polícia Civil de São Paulo (PCESP) que matou o irmão porque "precisava matar" e a criança era a "pessoa mais próxima e vulnerável". As informações são do jornal O Globo. 

A criança foi encontrada morta após ser dada como desaparecida. O jovem foi preso por policiais civis do 100º Distrito Policial, em Jardim Herculano (SP), na manhã de quarta-feira (27/9). "A autoridade policial solicitou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva à Justiça. Os objetos relacionados ao crime foram apreendidos e encaminhados para perícia", informou a Secretaria de Segurança Pública, em nota enviada ao Correio.

Segundo os investigadores do caso, após confessar o crime, Guilherme não demostrou remorso e contou que estava com desejo de matar uma pessoa há um mês. A criança assassinada tinha Transtorno do Espectro Autista (TEA) e ficava sob os cuidados do irmãos enquanto a mãe saía para trabalhar.

Partes do corpo do menino foram encontradas dentro de sacos de lixos por policiais. Elas estavam debaixo da cama de Guilherme e dentro do armário do quarto. Vizinhos relataram que o irmão mais velho utiliza medicação controlada e tem histórico de violência, pois havia planejado um massacre a uma escola, em 2019. Além disso, Guilherme já pousou com máscara semelhante a usada por atiradores no massacre a um escola de Suzano, em São Paulo. O crime, que ocorreu em 2019, resultou em sete mortes.

 


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