O estudante Caio Meneghetti Fleury Lombard, de 23 anos, será levado a júri popular por ter atropelado um frentista e o motorista de um carro após invadir um posto de combustível em Ribeirão Preto (SP) há quatro anos. Na ocasião, o crime ganhou repercussão nacional por ter sido filmado pelas câmeras de segurança do estabelecimento.
O jovem, que cursa direito e é de tradicional família de Franca, vizinha de Ribeirão Preto, no interior paulista, responderá por dupla tentativa de homicídio. A decisão foi proferida pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo na terça-feira. Ele segue em liberdade. Apesar de ir a júri, conseguiu eliminar alguns pedidos de acusação, como a que teria que responder também por crime hediondo, cometido sem que a vítima tivesse chance de defesa.
O caso aconteceu em fevereiro de 2008, quando o estudante retornava de uma festa de calouros de uma faculdade de Ribeirão Preto. Ele saiu da avenida e foi parar com o carro sobre o corpo do frentista após atingir também um motorista que abastecia seu veículo. O frentista sofreu diversas queimaduras em razão do combustível e do ácido da bateria caírem sobre seu corpo. No ano passado ele recebeu uma indenização do estudante após um acordo na Justiça.
Exames constataram álcool no sangue do jovem acima do permitido por lei, mas ele alegou ter sido obrigado a beber pelos veteranos durante um trote. E justamente por não ser acostumado a beber, teria passado mal ao volante e perdido o controle de direção de seu carro. Seus advogados agora aguardam a publicação da decisão judicial para resolverem se apresentarão recurso.
O jovem, que cursa direito e é de tradicional família de Franca, vizinha de Ribeirão Preto, no interior paulista, responderá por dupla tentativa de homicídio. A decisão foi proferida pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo na terça-feira. Ele segue em liberdade. Apesar de ir a júri, conseguiu eliminar alguns pedidos de acusação, como a que teria que responder também por crime hediondo, cometido sem que a vítima tivesse chance de defesa.
O caso aconteceu em fevereiro de 2008, quando o estudante retornava de uma festa de calouros de uma faculdade de Ribeirão Preto. Ele saiu da avenida e foi parar com o carro sobre o corpo do frentista após atingir também um motorista que abastecia seu veículo. O frentista sofreu diversas queimaduras em razão do combustível e do ácido da bateria caírem sobre seu corpo. No ano passado ele recebeu uma indenização do estudante após um acordo na Justiça.
Exames constataram álcool no sangue do jovem acima do permitido por lei, mas ele alegou ter sido obrigado a beber pelos veteranos durante um trote. E justamente por não ser acostumado a beber, teria passado mal ao volante e perdido o controle de direção de seu carro. Seus advogados agora aguardam a publicação da decisão judicial para resolverem se apresentarão recurso.
