A fonte primária do vazamento de óleo na Bacia de Campos está sendo controlada de acordo com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos ( Ibama) . A exsudação está diminuindo, sendo observado apenas um ponto com pequeno fluxo, como se pode verificar no vídeo:
Os trabalhos do Grupo de Acompanhamento continuam. O comitê é formado por integrantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Marinha do Brasil (MB), criado para fiscalizar as medidas que vem sendo tomadas pela Chevron Brasil Petróleo Ltda. para conter o vazamento de óleo, no Campo de Frade, na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro.
Desde o início do incidente, são realizados sobrevoos regulares em aeronaves da Marinha com técnicos do Ibama e da ANP para acompanhamento da situação. Além disso, equipes da ANP e da Marinha permanecem embarcadas na plataforma e no navio responsável pelas filmagens submarinas. Um Navio Patrulha continua na área acompanhando as ações em andamento.
Nesta segunda-feira durante um sobrevoo pela área foi verificada nova diminuição da mancha, que continua se afastando do litoral. Estima-se que ela esteja com 6 km de extensão e cerca 2 km² de área. No dia 18, a mancha era de cerca de 12 km².
ponto com pequeno
ponto com pequeno
Os trabalhos de cimentação definitiva do poço estão em andamento, sob supervisão de técnicos da ANP. Como o vazamento ocorreu a grande profundidade, o óleo leva tempo considerável para chegar do fundo do mar até a superfície. Assim, outras manchas que aflorem na superfície não representam, necessariamente, um novo vazamento.
Com informações do Ibama


